quinta-feira, 30 de junho de 2016

Nuvens e o aquecimento global...

As nuvens brancas que estão na baixa atmosfera a cerca de 2 km (1 milha) acima da superfície, refletem os raios de Sol, devolvendo eles para o universo e assim diminuem o aquecimento da Terra.

Porém, não são todas as nuvens que dão essa ajudinha para o planeta, pois as nuvens brancas que estão na alta atmosfera em aproximadamente a mais de 6 km (4 milhas) acima da superfície, mandam de volta os raios de Sol (calor), para o nosso planeta, sendo assim, provocam mais o aquecimento da Terra.

Especialistas acreditam que pode estar relacionado com a temperatura das nuvens, pois as que estão a mais de 6 km (4 milhas) aproximadamente, estão mais elevadas, possuem uma temperatura mais fria, e desta forma, tem mais tendência de aderir e absorver o calor do Sol, o que resulta no aquecimento da atmosfera terrestre, ou seja, o aquecimento global.


Fonte:
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quarta-feira, 29 de junho de 2016

A cabeça de pedra...

Se trata de uma grande cabeça entalhada em arenito, que fica localizada na selva da Guatemala, sendo mais preciso, em torno de 10 km (6 milhas) da aldeia em La Democracia situada na Guatemala.

O tamanho dessa cabeça de arenito, é de aproximadamente 9 metros de altura, o crânio comprido e afilado, e tem como característica a face afinada, assim como a boca, e possui nariz grande.

De acordo com especialista, essa cabeça não representa nenhuma características de civilizações antigas e nem se assemelha com algumas delas.


Alguns pesquisadores, acreditam que possa ser uma civilização de alienígenas do passado, mas ainda não tem como ser estudada, devido um grupo de guerrilheiros anti-governo, que ficam nesta floresta e infelizmente utilizam essa escultura para a prática de tiro ao alvo, e desta forma a cabeça de pedra vai sendo destruída.

Este rosto entalhado em pedra, foi descoberto por exploradores na década de 1930.

Fonte:
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terça-feira, 28 de junho de 2016

Vencedores no concurso fotográfico do céu noturno...

O concurso anual de fotografias do International Earth and Sky Photo Contest on Dark Skies, tem como objetivo mostrar fotografias criadas no "estilo TWAN" (sigla em inglês), ou seja, exibindo o Céu e a Terra, em uma combinação de fenômenos do céu com paisagens diversas.

"O concurso estimula fotógrafos com imaginação a levar suas câmeras ao limite técnico para produzir imagens que pareçam naturais e sejam esteticamente agradáveis", disse David Malin, um dos jurados.

Neste ano de 2016, as seguintes fotografias ganhadoras foram:

- 1º prêmio foi para Alex Conu, foto: Aurora boreal acima da região de Lofoten, batidas a partir de uma montanha em Lofoten, um arquipélago e um distrito da província de Nordland na Noruega.



- 2 prêmio, na categoria Beleza, foi para Nicholas Roemmelt, foto: Uma aurora boreal, batida no ano de 2015 em Stockiness, na Islândia.



- 1º prêmio na categoria Beleza do Céu Noturno, a vencedora foi Stephanie Ye, da China, foto: Cauda de Aurora, batida no município de Tromso, na Noruega.



- 3º prêmio na categoria Beleza, foi para Boris Dmitriev da Rússia, foto: Acampamento sobre as estrelas, foi batida na região central do seu país, utilizando como plano de fundo o céu e a natureza.



- 1º prêmio na categoria Beleza, foi para Thanakrit Santikunaporn, da Tailândia, foto: Eclipse solar total de Svalbard, em  Svalbard, na Noruega (território ártico norueguês). A sequência das fases do eclipse, foram batidas a cada 3 minutos.



- 1º prêmio na categoria Luz, foi para Sun Guocai, da China, foto: Mountain Liupan Startrails, a sequência foi batidas na região de Ningxia (região autônoma da República Popular da China).



- 2º prêmio na categoria Luz, foi para Carlo Zanandrea, foto: Tudo que reluz é ouro, batida no mês de dezembro de 2015, onde mostra a constelação de Orion, levantando-se acima da luzes e neblina na cidade de Treviso, no Nordeste da Itália.



- 3º prêmio na categoria Luz, foi para Amirreza Kamkar do Irã, foto batida no mês de agosto do ano de 2015, em Pasárgada, no Irã (cidade da antiga Pérsia, atualmente um sítio arqueológico na província de Fars, no Irã).



- Outro vencedor da categoria Beleza, foi Adam Woodworth dos EUA, foto: onde os quadros de vários ajustes de exposição ou de foco são misturados, foi batida em  Newfoundland, no Canadá (província mais oriental do Canadá).



- Outro vencedor da categoria Luz, foi  Alvin Wu da China, foto: O arco ascendente da Via Láctea, foi observado em Mauna Kea, no Havaí (EUA)

Fonte:
http://www.bbc.com
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http://g1.globo.com
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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Aglomerado de galáxias MACS J0416.1-2403...

Esse aglomerado fica aproximadamente 4.3 bilhões de anos-luz da Terra, na constelação Erídano ( Eridanus).

Na imagem abaixo você pode observar uma "névoa" colorida, realçando a imagem com a beleza das cores, mas esse realce, nos dá a entender que se trata de um impacto entre duas galáxias, e desta colisão, se originou o aglomerando MACS J0416.1-2403 (ou MACS J0416).

Essa imagem do aglomerado MACS J0416 , foi feita por três telescópio, o Telescópio Espacial Hubble (Nasa / ESA), que expõe as galáxias e as estrelas, o Observatório de Raios-X Chandra (Nasa), que exibe uma projeção propagada em azul, e o Observatório de radioastronomia Karl G. Jansky Very Large Array (NRAO), que mostra uma projeção propagada em rosa.

O MACS J0416, assim como em todas as galáxias, possui uma significante quantidade de matéria escura, o que deixa um sinal observável em luz visível, quando é alterada as imagens das galáxias que estão ao fundo. Na imagem a matéria escura aparenta aderir bem ao gás quente (em tons azul), insinuando que ainda não houve uma colisão, pois se houvesse uma colisão, a matéria escura com o gás, teriam se separado e não aderido.

Uma das características do MACS J0416, que indica que não houve colisão, é que ele possui um núcleo compacto de gás quente, pois se houvesse uma colisão, o núcleo possivelmente estaria rompido.

No programa Campos de Fronteira, o aglomerado MACS J0416 vem se destacando na frente de outros cinco grupos de galáxias, em relação na observação do Hubble, em virtude da sua grande massa, e a luz de curvatura das galáxias de fundo, devido a qualidade na lente de ampliação. Os astrônomos podem usar esse fenômeno para descobrir galáxias que existiram somente algumas centenas de milhões de anos depois do Big Bang.

Fonte:
http://www.nasa.gov
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domingo, 26 de junho de 2016

Os vórtices escuros do planeta Netuno...

No dia 16 de maio de 2016, o Telescópio Espacial Hubble, certificou a existência de um vórtice escuro na atmosfera do planeta Netuno.

No ano de 1989, a sonda Voyager 2, em um sobrevoo no planeta Netuno, avistou um similar; e no ano de 1994, também foi avistado pelo Hubble, mas dessa vez é o primeiro vórtice escuro do século 21.

Os vórtice escuros nesse planeta, são processos de alta pressão que normalmente vem com a companhia de nuvens brilhantes, ou seja, "nuvens de companhia", que são agora também observáveis em Netuno. As nuvens brilhantes, tem sua origem quando a corrente de ar local é conturbada e desviada para cima sobre o vórtice escuro, congelando os gases e os transmutando em cristais de gelo de metano.

Os vórtices escuros do planeta Netuno, vem mostrando com uma certa surpresa, por ter uma disparidade no decorrer dos anos, em relação a disposição de tamanho, forma e estabilidade. Eles aparecem também em períodos pequenos, se forem equiparados com os anticiclones similares avistados no planeta Júpiter, enormes tempestades no planeta Júpiter, progridem no decorrer de décadas.

Os astrônomos planetários, almejam um melhor entendimento a respeito da origem dos vórtices escuro, sobre a sua origem, oscilações, como exerce a interação local e também como se dissipam.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

sábado, 25 de junho de 2016

O robô Curiosity encontra em Marte mineral vulcânico...

Coletando material na cratera Gale no planeta vermelho, o robô Curiosity perfurou uma rocha chamada de "Buckskin", e coletou amostras e quando essas amostras foram analisadas, para a surpresa dos cientistas se tratava do mineral sílica chamado tridimita; esse mineral geralmente está associado com o vulcanismo silícico, como é conhecido no nosso planeta.

A coleta de material em uma quantidade bem significativa feita pelo Curiosity, forneceu aos cientistas a oportunidade de estudar o material através de um instrumento de difração de raios-X que está no robô, e foi concluído de que se tratava mesmo de tridimita. Desta forma tem que ser repensado a história vulcânica no planeta Marte, pois devido a esse achado, motiva uma sugestão que o planeta já teve vulcões explosivos que deram origem ao mineral encontrado.

"Na Terra, tridimita é formado em altas temperaturas em um processo explosivo chamado vulcanismo silícico. O vulcão de Santa Helena (Washington) e Satsuma-Iwojima (Japão) são exemplos desses tipos de vulcões. A combinação de alto teor de sílica e de temperaturas extremamente altas nos vulcões criam tridimita", falou Richard Morris, da Nasa, e cientista planetário da Johnson Space Center , autor principal do estudo.

Os pesquisadores do estudo, investigaram indicações aqui na Terra, de qual forma poderia o mineral tridimita, se originar a baixas temperaturas em um sistema geologicamente coerente, que não resulta em vulcanismo silícico. Nenhuma forma foi encontrada.

Doug Ming,cientista chefe da Johnson Space Center e cientista da Divisão Astromaterials Research and Exploration Science (ARES) da Nasa e também co-autor do estudo, disse: "Eu sempre digo aos colegas cientistas planetários, a esperar o inesperado em Marte" e continuou.... "A descoberta de tridimite, foi completamente inesperada. Esta descoberta agora levanta a questão de saber se Marte experimentou uma história vulcânica muito mais violenta e explosiva durante a evolução inicial do planeta do que se pensava".

O estudo sobre as conclusões da equipe foi publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências.

Para saber mais sobre o estudo acesse o link:
http://www.pnas.org/content/early/2016/06/07/1607098113.full


Fonte:
http://www.nasa.gov
http://www.pnas.org
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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Um possível homem do futuro...

Na fotografia digitalizada abaixo, você pode reparar em um homem com trajes diferentes dos demais, o que mais impressiona, é que essa fotografia foi tirada, na reabertura da ponte South Fork, após uma inundação que houve em 1940.

A ponte  Ponte South Fork, que fica localizada em Gold Bridge (pequena comunidade), na província de British Columbia, no Canadá.

No dia da reabertura dessa ponte no ano de 1941, havia muitas pessoas, mas o que torna diferente, é um homem trajando roupa casual, ou seja, uma roupa moderna para a época, como uma camiseta e uma casaco, e em suas mãos uma máquina fotográfica portátil, aparentando ser muito moderna para a época, isso sem falar dos óculos escuros.

Em alguns sites, é dito como um viajante do futuro, outros sites já dizem que naquela época já haviam roupas e óculos escuros, semelhantes ao homem da fotografia, e outro já falam em photoshop, para tornar essa foto viral.

Então ficaremos atentos a outros casos, porque nesse caso não temos a resposta se ele realmente era um homem do futuro, ou apenas um homem que não seguia os padrões de roupas da época, ou mesmo um photoshop.

A fotografia se encontra no Museu do Canadá.

Fonte:
http://www.museumsandtheweb.com
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https://www.youtube.com
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Reflexos de uma explosão de um buraco negro gigantesco e uma estrela...

No ano dia 28 de março de 2011, chegou ao nosso planeta os raios-x detectados pelo satélite Swift da Nasa, de um buraco negro gigantesco fragmentando uma estrela que estava próxima, onde houve uma explosão que recebeu o nome de  Swift J1644 + 57.

Nos dias atuais:

Segundo os cientistas, um denso disco de acreção, se constituiu ao redor de um buraco negro gigantesco, na continuidade da conturbação das marés, uma estrela passou próxima a ele.

As observações arquivadas do Swift da Nasa, o observatório XMM - Newton da Agência Espacial Europeia (ESA) e o satélite Suzaku liderado pelo Japão, detectaram reflexos de brilhos em raios-X de uma erupção durante o evento, que seria uma pausa na força das marés (ação secundária da força da gravidade) de uma estrela e um entusiasmo repentino de um buraco negro supermassivo, que se encontrava sem atividade.

Fragmentos estelares, caíram rumo ao buraco negro e juntando com o disco grosso conturbado de gás comprimido e quente, chegando a milhões de graus. Brilhos de luz de raios-x originados pelas erupções das explosões próxima desse buraco negro, puderam mostrar a estrutura interna do disco de acreção, devido milhões de massas solares que foram expelidas para fora do disco.

Assim os brilhos de luzes, reproduziram reflexos próximo do centro, deram a oportunidade aos pesquisadores, mapearem a estrutura que tem um modo contínuo em forma de funil, e assim, mostrando pela primeira vez, quão fortes são as consequências ao redor de um buraco negro sem atividade.

É pensado pelos cientistas, que a massa do buraco negro supermassivo, é aproximadamente um milhão de vezes maior do que o nosso astro rei, o Sol, e com melhorias futuras e observações, ainda será possível medir sua rotação.


Esse estudo foi publicado na revista Nature, no dia 22 de junho de 2016, pelo astrônomo Christopher S. Reynolds - Departamento de Astronomia e do Instituto Conjunto de Ciência Espacial da Universidade de Maryland, College Park, MD 20901, EUA.

Fonte:
http://iopscience.iop.org
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Sistema Solar e o Sol...

Na verdade os cientistas ainda não sabe com exatidão sobre a formação do Sistema Solar, mas a teoria que eles mais aceitam é chamada de modelo nebular, que diz o seguinte:

Sistema Solar se formou quando uma estrela próxima (supernova) explodiu, e através dessa explosão, movimentou e agitou uma nebulosa, assim as matérias (gás e poeira) foram retidos e espremidos, e sendo puxados em bloco pela gravidade, e desta forma, dando origem a nebulosa solar, fazendo com que a nuvem  de gás e poeira girassem bem rápido e com isso parte dela entrou em colapso sob sua própria gravidade, isso há 4.6 bilhões de anos atrás aproximadamente.

O Sol teve sua origem em primeiro lugar, isso foi pelo fato que a maior parte colapsada estava localizada no centro.


"Existem muitas hipóteses em ciência que estão erradas. Isso é perfeitamente aceitável, elas são a abertura para achar as que estão certas". Carl Sagan

Fonte:
http://www.windows2universe.org
https://pt.wikipedia.org

terça-feira, 21 de junho de 2016

Um planeta recém-descoberto...

Astrônomos encontraram um exoplaneta completamente formado, através do Telescópio Espacial Kepler com sua missão k2 estendida , assim como o Observatório WM Keck, em Mauna Kea, no Havaí (EUA).

Esse exoplaneta que está sendo chamado de K2-33b, tem um tamanho que é um pouco maior que o planeta Netuno, e ele gira firme ao redor de sua estrela a cada cinco dias. Sua idade é em torno de 5 a 10 milhões anos aproximadamente, devido a pouca idade, ele se torna um dos poucos planetas recém-formados que já foram descobertos até agora.

Trevor David da Caltech, em Pasadena, na Califórnia (EUA) e autor do novo estudo, disse: "Nossa terra é de aproximadamente 4.5 bilhões de anos" e continuou..."Em comparação, o planeta K2-33b é muito jovem. Trevor David é um estudante, que trabalha com o astrônomo Lynne Hillenbrand, também da Caltech.

Os astrônomos até o momento, descobriram e confirmaram 3.000 exoplanetas, porém a grande maioria se hospeda em uma estrela de meia-idade, sendo de um bilhão de anos ou mais, pois tentar compreender os ciclos de vida de um sistemas planetários, é complicado, pois a formação dos planetas, é um processo complexo e tumultuado.

"O planeta recém-formado, vai nos ajudar a entender melhor como os planetas se formam, o que é importante para a compreensão dos processos que levaram à formação da Terra," disse o co-autor Erik Petigura da Caltech.

A descoberta do exoplaneta, foi medido primeiro pelo K2, devido os sinais iniciais, a câmara do telescópio localizou um ofuscamento frequente da luz irradiada por uma estrela hospedeira, indicando que havia um planeta orbitando e passando na frente da estrela e consequentemente bloqueando a luz.

Registros do Observatório Keck, confirmou que o bloqueio de luz era causado por um planeta e também confirmou que era um planeta jovem.

Dados das medições infravermelhas do Telescópio Espacial Spitzer, revelaram que a estrela do sistema, está circundada por detritos planetários, mostrando que a fase de formação planetária está acabando.

Os planetas se constituem fora do disco de espessura de gás e poeira, denominado de disco protoplanetário, que circundam estrelas jovens.

"Inicialmente, este material pode obscurecer quaisquer planetas que se formam, mas depois de alguns milhões de anos, a poeira começa a se dissipar", falou a co-autora Anne Marie Cody, uma companheira da Nasa Programa de Pós-Doutoramento no Centro de Pesquisa Ames da Nasa, no Vale do Silício, na Califórnia (EUA), e continuou... "É durante essa janela de tempo que podemos começar a detectar as assinaturas de planetas jovens com K2".

Uma aspecto do planeta K2-33b, que surpreendeu nessa descoberta, foi o quanto ele está próximo de sua estrela, sendo um recém-formado. Em uma comparação, o K2-33b, está 10 vezes mais perto de sua estrela, do que o planeta Mercúrio, está para o nosso Sol, fazendo desse exoplaneta, um planeta quente.

Muitos exoplanetas antigos, giram firme ao redor e próximos de suas estrelas, e os cientistas tentam entender como um planeta tão jovem está orbitando tão próximo de sua estrela.

A equipe de cientistas, diz que há duas teorias possíveis que explica, a primeira é que K2-33b, se aproximou da estrela, pois foi migrado em um processo denominado migração de disco, que acontece em centenas de milhares de anos, e a outra teoria, é que ele teria se formado no local onde ele está "in Situ".

"Após as primeiras descobertas de exoplanetas maciços em órbitas próximas, cerca de 20 anos atrás era imediatamente sugerido que eles não poderiam absolutamente ter se formados lá, mas nos últimos anos, algum impulso cresceu nas teorias de formação "in situ", então a ideia não é tão selvagem quanto se parecia", falou Trevor  David, e continuou... "A questão que estamos a responder é: Será que esses planetas levaram um longo tempo para entrar nessas órbitas quentes, ou eles poderiam ter estado lá desde muito cedo? Estamos dizendo, que pelo menos neste caso, pode realmente ser lá um estágio muito inicial ".

Esse novo estudo, foi publicado na revista Nature no dia 20 de junho de 2016, pelo autor Trevor David e toda equipe.


Fonte:
https://www.nasa.gov
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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Uma imagem um tanto quando diferente...

No dia 24 de abril de 1997, astrônomos olhando para o espaço, ou seja, observando a poeira por toda extensão da Via Láctea, depararam com uma certa semelhança entre espuma e poeira.

Devido o que foi observado, até fizeram uma comparação com a espuma de cerveja em um copo, pois a poeira entre as estrelas em nossa galáxia, estava estruturada como uma espuma como bolhas vazias, possivelmente foram nuvens de poeira que foram conturbadas por colisões ou ventos gerados através dos movimentos do ciclos das estrelas no decorrer de suas vidas.

A imagem que você pode ver logo abaixo, foi processada com infravermelho, e com dados registrados através do satélite IRAS da Nasa, que mapeou desde as extremidades galácticas, as nuvens de poeira, que revelaram uma disseminação difícil e complicada.

A observação, cobriu uma área de 40X60 graus centralizados no campo galáctico, na proximidade da constelação Cygnus (Cisne), no hemisfério celestial norte.

Perceba na imagem que é demonstrado em forma de bolhas e arcos brilhantes as nuvens de poeira, circundando os restos de supernova em regiões onde nascem as estrelas (starbirth), encaixadas no disco galáctico (região da galáxia, onde se acumulam a maioria das estrelas, planetas, rochas...).


Fonte:
https://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
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domingo, 19 de junho de 2016

Pegue sua credencial para assistir lançamento do foguete Falcon 9...

Se você é cidadão dos Estados Unidos, você já tem grande chance de participar. Serão escolhida 50 pessoas e a data de inscrição será até amanhã, dia 20 de junho de 2016

A partir  Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, no complexo 40 de lançamento na Flórida (EUA), dia 16 de julho de 2016, a nave espacial cargueira Falcon 9, vai ser lançada rumo a Estação Espacial Internacional, com ajuda do Space Exploration Technologies (SpaceX).

O candidato escolhido vai poder:

- Assistir o lançamento do foguete Falcon 9 da SpaceX;

- Visitar as instalações da Nasa, no Centro Espacial Kennedy;

- Conversar com representantes da Nasa, do SpaceX e do Centro para o Avanço da Ciência no Espaço ( CASIS );

- Ver e tirar fotografias do foguete Falcon 9, com SpaceX na plataforma de lançamento.

Para se candidatar:

- Usar ativamente as redes sociais e ferramentas que disseminam as notícias para um único público único;

- Dar notícias reproduzidas na mídia com conteúdo;

- Alcançar um grande números de pessoas, usuárias em redes sociais; 

- Ter um público exclusivo, separado e distinto dos meios de comunicação  por multimídia  e ou conferência da Nasa;

- Ter experiência de um período longo de publicações em mídias sociais;

- Ter publicações anteriores, altamente visíveis, respeitadas e reconhecidas.

Para a inscrição:

- Ter idade igual ou superior a 18 anos; 

- Ser cidadão dos Estados Unidos.

Se você não tiver os requisitos exigidos, você poderá acompanhar através do site: http://www.nasa.gov/multimedia/nasatv/#public

Quem tiver interesse, em se credenciar ou apenas ler esse comunicado na íntegra, vá ao site;




Fonte:
https://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

sábado, 18 de junho de 2016

Nave espacial russa Soyuz, pousa no Cazaquistão...

A nave espacial Soyuz TMA-19M, pousou no dia 18 de junho de 2016 no Cazaquistão às 5:15 am EDT, trazendo três tripulantes, o cosmonauta russo Yuri Malenchenko da Roscosmos, o astronauta americano e comandante Tim Kopra da Nasa e o astronauta britânico Tim Peak da ESA, que faziam parte da expedição 47 a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI).

A aterragem, aconteceu no local previsto, aproximadamente 150 km (93 milhas) ao sudeste da cidade cazaque de Zhezkazgan. As equipes de resgates russas, auxiliaram a tripulação na saída do veículo Soyuz e também na adaptação quanto à gravidade, devido eles terem ficado um certo tempo no espaço.


Eles chegaram a EEI, no dia 15 de dezembro de 2015, e o tempo a bordo da EEI, deles foram:

O cosmonauta Yuri Malenchenko, completou sua sexta missão, ficando no espaço 828 dias.
O astronauta Tim Kopra, tem 244 dias no espaço em dois voos.
O astronauta Tim Peak, passou 186 dias no espaço.

Estes três tripulantes ficaram no espaço em um período de 186 dias, trabalhando em pesquisas e estudos de investigação humana, por parte da Nasa.

Na EEI ficou a expedição 48, composta com os cosmonautas russos Oleg Skripochka e Alexey Ovchinin da Roscosmos, e o astronauta e comandante americano Jeff Williams da Nasa.

Outra decolagem:

A partir de Baikonur, no Cazaquistão, no dia 06 de julho de 2016 no horário da Costa Leste, está previsto para decolar mais três tripulantes rumo a Estação Espacial Internacional, o astronauta americano Kate Rubins da Nasa, o cosmonauta russo Anatoly Ivanishin da Roscosmos e o astronauta Takuya Onishi da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão.

Fonte:
http://g1.globo.com
http://blogs.nasa.gov
https://translate.google.com.br

Pequeno asteroide encontrado perto da Terra...

Denominado de 2016 HO3, esse asteroide orbita o Sol de um certo modo que parece fazer um giro, um círculo em torno do nosso planeta e sendo assim, ele é  referido como  um companheiro constante da Terra, como os cientistas dizem, um "quase-satélite".

Segundo os especialistas, esse asteroide está quase perto da Terra por um período de tempo de aproximadamente um século, e vai permanecer assim por muitos séculos que virão. E durante o período que ele percorre em sua trajetória um tanto diferente, a gravidade do nosso planeta o atrai forçando-o a fazer um giro ao nosso redor, ou seja, em torno da Terra.

"Um outro asteroide, o 2003 YN107 seguiu um padrão orbital semelhante por um tempo mais de 10 anos atrás, mas saiu da nossa vizinhança. Este novo asteroide está muito mais travado, nos nossos cálculos que indicam que o 2016 HO3 tem sido estável, um quase-satélite da Terra por quase um século, e vai continuar a seguir esse padrão como companheiro da Terra nos séculos vindouros", disse Paul Chodas, CEO do Centro de Estudos NEO do Jet Propulsion Laboratory da NASA em Pasadena, Califórnia (EUA).

Na sua trajetória anual ao redor do nosso astro rei, 2016 HO3 utiliza a cerca da metade do tempo mais perto do Sol do que a Terra, e passa adiante do nosso planeta em aproximadamente a metade do tempo mais longe, mas a órbita da Terra, o faz submeter para trás.

Esse asteroide, tem a órbita um pouco inclinada, fazendo uma laçada para cima e depois para baixo, uma vez por ano por intermédio do plano orbital da Terra.


Esse asteroide não representa nenhum perigo ao nosso planeta, pois de acordo com cientistas da Nasa, 2016 HO3 nunca fica mais próximo do que 38 vezes a distância da Lua e nunca fica mais distante do que 100 vezes a distância da Lua (cálculos aproximados).

O tamanho desse asteroide ainda não se sabe ao certo, mas é possivelmente superior a 40 metros (120 pés) e menor do que 100 metros (300 pés).

O asteroide 2016 HO3, não é considerado um satélite, devido ficar muito longe, mas os cientistas, se referem a ele como um "quase-satélite".

2016 HO3, foi descoberto no dia 27 de abril de 2016, pelo observatório Pan-STARRS 1, idealizado para rastrear asteroides e cometas que se aproximam da Terra, e sua localização é em Haleakala no Havaí (EUA), e operado pela  Universidade do Havaí do Instituto de Astronomia e financiado pela Nasa Escritório de Coordenação de Defesa Planetária. 


Fonte:
https://www.nasa.gov
https://news.slashdot.org
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 17 de junho de 2016

O Sol em algumas mitologias...

O Sol, em muitas civilizações antigas, era considerado um deus, e reverenciado como tal. Abaixo há alguns exemplos.

Na mitologia egípcia:

O Sol era denominado Rá, e respeitado como uma divindade e considerado o deus Sol, criador dos deuses e de todas as classes divinas.


Na mitologia Tupi e guarani:
A civilização anterior a colonização do Brasil, tinha o Sol como uma divindade suprema, um deus. O deus Sol recebia o nome de Guaraci.


Na mitologia grega:

O deus Sol, era Apolo, uma das divindades do Monte Olimpo, que era a moradas dos deuses.


Na Índia antiga:

Surya era o deus Sol, era glorificado e considerado símbolo de saúde e vida eterna, era adorado nos vedas e Escrituras Sagradas da Índia.


Na mitologia persa:

Mitra é o deus Sol, que significava como deus da sabedoria e da guerra.  No decorrer dos séculos, o deus Mitra, foi introduzido na mitologia hindu e  mitologia romana.


Na mitologia asteca:

Na civilização asteca, tudo que lhe davam medo, eram considerado divino e eram reverenciados como deuses , o Sol era um dos deuses.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
https://www.google.com.br
http://g1.globo.com

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Os grandões do cinturão de asteroides...

Em uma localidade do Sistema Solar, abriga um conjunto de aproximadamente 150.000 km de fragmentos rochosos que giram em torno do Sol, entre as órbitas de Marte e Júpiter, que recebe o nome de cintura de asteroides, cinturão principal, cinturão de asteroides ou ainda cintura interna de asteroides.
Ceres, é o maior objeto do cinturão de asteroides, possuindo por volta de 940 km (584 milhas) de diâmetro, no dia 24 de Agosto de 2006, passou a ser um planeta anão.

Vesta, é considerado o segundo maior objeto do cinturão de asteroides, com diâmetro de aproximadamente 530 km (329 milhas), e no mês de maio de 2012, foi promovido protoplaneta.

Pallas, é o terceiro maior objeto da cintura de asteroides, com um diâmetro a cerca de 526 km (327 milhas), quando foi descoberto no dia 28 de Março de 1802 (astrônomo Wilhelm Olbers), foi classificado como planeta, mas depois em uma nova classificação, passou para asteroide. No ano de 2006, foi candidato a planeta anão.

Hígia ou 10 Hígia,  é o quarto maior asteroide do cinturão de asteroides, tem em torno de 407 km (253 milhas) de diâmetro.

Juno ou 3 Juno, pertence ao cinturão de asteroides, sendo um dos maiores, foi o terceiro asteroide encontrado (primeiro Ceres e segundo Pallas), possui um diâmetro em aproximadamente 234 km (145 milhas), quando foi encontrado, sua classificação foi dada como planeta, mas depois em uma nova classificação passou para asteroide.

Se somarmos quatro desses maiores objetos do cinturão de asteroides (Ceres, Vesta, Pallas e Hígia), possivelmente chegaríamos mais da metade da soma total de massa do cinturão principal.


Mais de 500 mil asteroides já foram classificados, apesar que vários deles, não ter ainda seus registros orbitais apurados.
É estimado que ainda há milhares de asteroides a serem encontrados e sendo que desses milhares, pelo menos 400 mil devem ter um diâmetro acima de 1 km (0,621 milhas).

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://www.google.com.br

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Confluência dos rios capturado pela EEI...

Na imagem (logo abaixo) capturada a partir da Estação Espacial Internacional (EEI), no mês de julho de 2004, vocês podem observar a confluência do rio Solimões com o rio Negro, onde dá a origem ao maior rio do mundo, que é o rio Amazonas, na cidade de Manaus (Brasil).



As águas do rio Solimões é barreta e possui uma coloração tan (cor de canela),  já as águas do rio Negro é preta (chá preto), esses dois rios fluem lado a lado sem se misturar por um percurso acima de 6 km (4 milhas).

A partir do momento que os rios se encontram, acontece a formação do  rio Amazonas, que é o rio de maior extensão, possui o maior volume de água do planeta, tem mais de 1.000 afluentes e também possui a maior bacia hidrográfica do mundo. O rio Amazonas, corta a floresta por centenas de quilômetros, sendo uma grande atração turística a nível mundial.

A cor do rio Solimões, é devido a enorme quantidade dos detritos rochosos resultante de erosão (sedimentos erodidos) dos Andes, já a cor do rio Negro, por ser de procedências da selvas baixas, possui um pH ácido, pois a grande quantidade de substâncias orgânicas nativas do solo da floresta mancha o rio na cor de chá preto.

 O rio Solimões, proporciona lama rica em nutrientes para os lagos na planície de inundações (ângulo inferior direto - imagem acima), esses lagos lamacentos são diferentes dos lagos de águas negras, pois esses são pobres em nutrientes.

As águas do rio Solimões, pode ser observadas escorrendo para o rio Negro, a oeste da área do encontro crucial (ângulo inferior esquerdo - imagem acima).

Em relação a tamanho, o Rio Solimões, é bem mais baixo que o rio Negro, a contar de quando os vales foram abertos. Em questão de largura, os dois rios apresentam diferenças pela razão da altura, o rio Negro tem praticamente 20 km de largura (12 milhas) (ângulo superior esquerdo - imagem acima).


Curiosidade:


- As águas do rio Negro, tem uma velocidade que correm no percurso em aproximadamente 2 km/h, (1 mi/h) com uma temperatura a cerca de 22 graus.

- As águas do rio Solimões, tem uma velocidade que correm no seu percurso, que pode chegar até 6 km/h, (4 mi/h) e sua temperatura chega a atingir 28 graus.

Fonte:
http://earthobservatory.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br
https://www.google.com.br/maps

terça-feira, 14 de junho de 2016

Bela imagem das dunas de Marte...

No dia 24 de janeiro de 2014, a câmera HiRISE a bordo da Mars Reconnaissance Orbiter, capturou essa imagem da superfície de Marte.

Reparem que as sombras deram origem a um contraste entre o claro e o escuro, em uma extensão a cerca de 1.5 km  (932 milhas) no campo das dunas formadas de areia em um planalto da cratera Sul, do planeta vermelho.

A imagem foi capturada nesta localidade quando o Sol, ainda estava somente a 5 graus acima do horizonte, apenas as pontas das dunas foram registradas em pleno Sol.

O inverno é um período longo, e o frio chegando no hemisfério Sul do planeta Marte, os cumes ficam brilhantes devido a geada que se dispõe nas dunas do planeta vermelho.



Dunas, são montes formados pela areia que é trazida pelo vento, ou seja, o vento traz a areia que vai se acumulando e no decorrer do tempo, as dunas são formadas e podem ser de tamanhos variados.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Você já viu um Manhattanhenge...

Quem estiver nos Estados Unidos, entre os dias 11 e 12 de julho, vá até  Nova York, mais precisamente em Manhattan,  poderá observar esse evento, que é quando o Sol está alinhado com as ruas leste-oeste na grade da cidade da rua principal de Manhattan.

Esse evento, acontece duas vezes por ano em lados opostos do solstício de verão, um é no dia 28 de maio e o outro é dia 12 de julho,  mas no dia 11 de julho você também consegue também ver, não na totalidade, mas mesmo assim é um espetáculo.

Este ano o pôr do sol, será as 20hs12'. No dia 11 você verá apenas meio Sol, mas no dia 12 você irá ver o Sol por completo.


De acordo com a astrofísica do Museu Americano de História Natural, Jackie Faherty, "Em 1800, quando eles fizeram esses ângulos de 90 graus, eles criaram um olho de boi para o Sol bater", e continuou... "Manhattanhenge são os dias do ano, quando o Sol atinge o olho de boi", em entrevista ao New York Times.

Esse evento também acontece em outros lugares, segundo o astrônomo do Planetário Adler em Chicago, Shane Larson, exemplo: Chicagohenge (Chicago) , Bostonhenge (Boston) , Phillyhenge (Filadélfia) , Torontothenge (Toronto) e Montrealhenge (Montreal) , entre outros.

Em entrevista para o New York Times, Shane Larson falou, "Se suas ruas estão em qualquer lugar perto de leste ou oeste, a minha declaração padrão é que você vai ter um 'henge. Você só precisa saber quando".

Quando esse evento ocorre em algum lugar, recebe no final do nome "henge", devido ao monumento Stonehenge, que é uma estrutura de pedra formando um círculo que apresentam o mesmo centro (concêntrico), foi construído na Inglaterra com aproximadamente 5.000 anos de idade, servindo para alinhar junto com a posição do Sol, no decorrer dos solstícios de inverno e verão. É pensado que era um santuário, uma maneira de venerar o nosso astro rei, o Sol.

Fonte:
http://www.nytimes.com
https://en.wikipedia.org
https://weather.com
https://translate.google.com.br

domingo, 12 de junho de 2016

sábado, 11 de junho de 2016

Uma estrela misteriosa...

Chamada de KIC 8462852, essa estrela deixa os cientistas intrigado, pois ela tem um comportamento bem diferente das estrelas até então conhecidas.

Esta estrela é levemente mais luminosa que o Sol, e fica aproximadamente mais de 1.400 anos-luz de distância.

A Missão Kepler da Nasa, que observava esta estrela normalmente, teve uma surpresa nos anos 2011 e 2013, pois algo diferente aconteceu, a luz da estrela simplesmente diminuiu em torno de 20% em dois episódios, nesses dois anos, como se algo havia passado na frente dela, bloqueando o campo de visão. Até o momento nunca havia acontecido algo assim, em questão de fenômenos cósmicos.

O pesquisador que descobriu esses misteriosos bloqueios, em seu relatório colocou que poderia ser provavelmente uma família de cometas, e também  entre outras coisas, sugeriu que poderia ser fragmentos de planetas e asteroides.

No ano de 2010, pesquisadores observaram essa estrela com luz infravermelha, fazendo uso do Telescópio Espacial da Nasa, o Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), mas não encontraram nada, como uma colisão que pudesse levantar poeira quente, mas isso foi antes dos ocorridos bloqueios da luz da estrela.

Cientistas no ano de 2015, voltaram a observar KIC 8462852, com o Telescópio Espacial Spitzer, pois com ele é possível utilizar infravermelho para detectar se há circulação de infravermelho de poeira circunstelar (poeira quente).

Assim como o WISE, o Spitzer, já após os enigmáticos ocorridos, também não detectou nenhum levantamento de poeira quente.

Com essa revelação do telescópio Spitzer, a teoria de rochas impactando com a estrela, foi descartada, então a ideia de que poderia ser uma família de cometas frios, que bloquearam a luz da estrela  não está descartada.

E segundo os pesquisadores da Nasa, é  presumível que  essa família de cometas, possa estar viajando por um longo tempo em uma órbita excêntrica ao redor da estrela. Então no ano de 2011, um grande cometa que deve estar na frente dos outros, bloqueou a luz, e no ano de 2013, os cometas remanescentes dessa família, ou seja, fragmentos variados de cometas, também bloquearam a luz da estrela KIC 8462852.

O líder do estudo, o pesquisador Massimo Marengo da Universidade do Estado de Iowa e da Ames Research Center da Nasa, disse que  mais observações são necessárias para ajudar a resolver o caso da estrela KIC 8462852.

No site do  Instituto SETI, diz que algum material está bloqueando a luz dessa estrela, e que pode ser possível, que uma sociedade com tecnologia avançada e sofisticada, construíram uma megaestrutura com painéis solares, que poderiam ter bloqueado a luz dessa estrela, captando energia.

Esta megaestrutura de painéis solares, é conhecida como a esfera de Dyson, que estaria orbitando ao redor de uma estrela captando o máximo de energia, para uma sociedade que é muito avançada, e que provavelmente consumiu os recursos de seu planeta, e assim captam energias emitidas, e desta forma bloqueiam a luz da estrela. A esfera de Dyson, é uma teoria criada nos anos de 1960, pelo físico inglês Freeman Dyson.

Na investigação da ideia da esfera de Dyson, está sendo utilizado o  Allen Telescope Array (Estaleiro de Telescópios Allen), a procura de sinais de rádio não naturais na direção da estrela KIC 8462852.

"Com base no precedente histórico, é mais provável que a diminuição do brilho da KIC 8462852 é devido a causas naturais. Mas na busca de inteligência extraterrestre, todos os indícios sugestivos devem ser naturalmente investigados, e é isso que o Instituto SETI está fazendo agora", palavras escrita no artigo do site do Instituto SETI.


Em homenagem à astrônoma Tabetha Boyajian, da Universidade Yale (EUA), que começou a investigar esta longínqua estrela da Via Láctea, a estrela KIC 8462852, passou a ser também conhecida como  estrela Tabby's.

Fonte:
http://www.jpl.nasa.gov
http://www.seti.org
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Parece estrelas no céu...

A bela imagem logo abaixo, parece estrelas brilhantes no céu, mas só parece, porque se trata de uma fotografia tirada de dentro de uma caverna.

O fotógrafo britânico Shaun Jeffers, passou 8 horas envolto nas águas frias da Caverna de Ruakuri, para capturar esse verdadeiro espetáculo, onde a caverna fica iluminada pelos Arachnocampa luminosa.


O fotógrafo:

É o britânico Shaun Jeffers, natural da cidade de Liverpool, na Inglaterra, e que tem como sua base Auckland, que é a maior cidade da Nova Zelândia.

Shaun, é especializado em turismo comercial e fotografia de paisagem.

A Caverna de Ruakuri:

Essa caverna faz parte de um sistema de cavernas, denominado Cavernas de Waitomo.

As principais cavernas desse sistema são : Caverna Ruakuri, Caverna de Waitomo, Caverna de Aranui e a Caverna de Gardner.

Essas cavernas, estão localizadas na região sul de Waikato e situadas em aproximadamente 12 km (7 milhas) a oeste de Te Kuiti, na Ilha Norte do país da Nova Zelândia,

O turismo desse sistema de cavernas é muito grande.

Arachnocampa luminosa:

É uma espécie de inseto díptero, que vive em grutas ou cavernas com paredes irregulares e com umidade, e também nas florestas em lugares abrigados. Tanto a larva como o imago (fase adulta ou estágio reprodutor de um inseto) são luminosos. Esses insetos são oriundo da Nova Zelândia.

Fonte:
http://shaunjeffersphotography.com
https://en.wikipedia.org
http://www.theguardian.com
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Telescópio da Nasa observa onda de choque em explosão de supernova...

Publicado no site da Nasa no dia 21 de março de 2016, uma matéria com imagens registradas a respeito de uma explosão de supernova. O Telescópio Espacial Kepler, foi quem registrou as imagens, da morte de uma estrela.

A estrela em questão é chamada de KSN 2011d, que está localizada em aproximadamente 1.2 bilião de anos-luz de distância.

Uma supernova como essa, é conhecida como Tipo II, que significa quando o aquecimento interno de uma estrela, acaba com o combustível nuclear, promovendo uma implosão no seu núcleo, resultando em uma explosão gravitacional.

A estrela KSN 2011d, foi uma estrela supergigante vermelha e era 20.000 vezes mais luminosa e 500 vezes maior que o nosso Sol. Se ela era uma estrela supergigante, a supernova também vem a ser supergigante (a morte de uma estrela, é uma supernova).

A energia desprendida a partir do seu núcleo, impacta em toda a superfície com uma explosão de luz equivalente a 130.000.000 de vezes superior ao brilho do nosso astro rei. E a estrela prossegue explodindo e também aumentando de tamanho ao máximo o seu brilho, que chega a ser em aproximadamente 1 bilião de vezes mais que o brilho do Sol.

O Telescópio Kepler, conseguiu capturar a imagem antes do começo do primeiro brilho e depois a sequência de toda a explosão.


Foi pela primeira vez que pôde ser visto em imagens uma explosão de supernova, onde em luz visível pôde ser observada a onda de choque, que é conhecida como "fuga de choque", que é provocada pela explosão, que possui um tempo de duração em torno de 20 minutos

A onda de choque visíveis a luz, é quando rompe a superfície (observável) da estrela, com jatos de plasmas, após a implosão interna da mesma.

Fonte:
www.nasa.gov
http://g1.globo.com
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Galáxias massivas e buracos negros gigantescos...

A nossa Via Látea, possui um total de massa em aproximadamente 100.000 milhões de massas solares. Geralmente uma galáxia, possui por volta de 80% de massa, em aspecto de estrelas, sendo que a maior parte que sobra é de gás. Além de tudo isso, é deduzido que há halos de matéria escura de formação obscura, contendo mais matéria, possivelmente 10 vezes mais. A galáxia do universo que contém maior massa, pelo menos as que são conhecidas pelos astrônomos, possui aproximadamente 500.000 milhões solares, de massa e material.


As galáxias com maior massa, são conhecida como galáxias massivas, e elas abrigam tal-qualmente a maior porção de materiais em formação de buracos negros gigantescos, com massas de milhões a bilhões de vezes, mais que o nosso Sol. Eles ficam localizados em áreas, normalmente com excessivas atividades. Essas áreas que estão acomodados os buracos negros gigantesco, são os centros das galáxias massivas.

No momento em que ocorre uma colisão entre essas galáxias massivas, os buracos negros gigantescos em certas ocasiões, podem se juntar, e desta forma, causar uma imensa explosão, e assim liberar uma enorme quantidade de energia, que seria equivalente a 100 milhões de supernovas (cada uma possui 10 massas solares), e com essa energia liberada nesse processo de fusão, é gerada ondas gravitacionais.

Uma colisão entre dois buracos negros gigantescos, causaria um apocalipse cósmico. E segundo especialistas que deram entrevistas a sites e revistas, isso poderá vir ocorrer daqui a 100 mil anos.

Fonte:
www.nasa.gov
https://br.noticias.yahoo.com
http://g1.globo.com
https://www.cfa.harvard.edu
https://pt.wikipedia.org
http://www.abril.com.br
https://translate.google.com.br

terça-feira, 7 de junho de 2016

Estrela Rígel...

Está localizada na constelação de Orion, é a estrela mais luminosa dessa constelação, sendo a sétima mais brilhante do céu noturno.


Sua distância é estimada entre 700 e 900 anos-luz, devido ela estar situada muito longe, ainda não é possível precisar a sua distância. Rígel, está fora de abrangência das atuais medidas precisas.

A estrela Rígel, tem uma idade de aproximadamente 10 milhões de anos, se compararmos com o nosso Sol, que tem a idade por volta de 4.5 bilhões de anos, podemos dizer que Rígel, é uma estrela jovem.

Rígel, possui uma magnitude aparente de aproximadamente +0,12  e desta forma, pode ser avistada da Terra com um certo brilho relevante.

Esta estrela tem uma massa acerca de 20 massas solares, que corresponde a algumas dezenas de milhares de vezes mais luminosa que nosso astro rei,  possui um diâmetro relativamente de 80 vezes mais que o Sol, e esta estrela, tem uma superfície abrasiva, algo em torno de 11.000 Kelvin, e só para se ter uma ideia de como ela é quente, o nosso Sol, tem por volta de 6.000 Kelvin. E sendo assim, com todas essas características, fazem de Rígel uma estrela supergigante azul.

Esta supergigante azul, faz parte de um sistema de 3 estrelas, tendo como companheiras, duas estrelas denominadas como: Rigel B e Rigel C.

A estrela Rígel, tem uma luminosidade tão expressiva, que ilumina as nuvens de poeiras de nebulosas que estão próximas a ela; a mais conhecida destas nebulosas é a IC 2118, denominada Nebulosa Cabeça de Bruxa.


O astrônomo alemão Friedrich Georg Wilhelm Struve, no ano de 1831, mediu Rígel, e a considerou desde então, uma estrela binária visual (é uma estrela binária, cujo o afastamento angular entre duas estrelas, é o bastante para que uma e outra sejam observadas como uma estrela dupla, por um telescópio ou por binóculos potente).

Devido a quantidade de massa e também por ser intensamente quente, é pensado que a estrela Rígel, possui um tempo de vida curto, e quando todo o hidrogênio tiver sido consumido, ela vai morrer, e se tornará uma supernova.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
http://www.abril.com.br
https://br.noticias.yahoo.com
http://postagenszm.blogspot.com.br

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Vênus em destaque...

O astronauta da Agência Espacial Européia (ESA) Tim Peake, que faz parte da expedição 46 e 47, que está a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI), capturou uma bela imagem a partir da EEI.

A imagem capturada foi compartilhada pelo astronauta no dia 08 de maio de 2016, noTwitter, em sua página pessoal, com os dizeres:

"Podemos ver outros planetas do espaço? Aqui está Vênus subindo um pouco antes do Sol", tradução em português.

"Can we see other planets from space? Here’s Venus rising just before the Sun", em inglês.

Fonte:
http://www.esa.int
https://twitter.com
https://translate.google.com.br

domingo, 5 de junho de 2016

Planeta 9 pode ser um ex-exoplaneta...

Astrônomos da Universidade de Lund, na Suécia, por meio de uma simulação de computador, revelaram que possivelmente, o planeta 9, pode ser um ex-exoplaneta, que foi capturado pelo nosso astro rei, o Sol.

Então, o planeta 9 passa a ser o primeiro objeto de sua classe, dentro do nosso Sistema Solar, que passou completamente despercebido desde então.

"É quase irônico que os astrônomos muitas vezes acham exoplanetas centenas de anos-luz de distância em outros Sistemas Solares, há provavelmente um esconderijo em nosso próprio quintal", falou o principal autor do novo estudo, o astrônomo e pesquisador Dr. Alexander Mustill, da Universidade de Lund.

Segundo a teoria dos astrônomos, é que quando o nosso Sol, quando era ainda jovem, isso por volta de 4.5 bilhões anos atrás, "roubou" o planeta 9 da sua estrela de origem. As estrelas nascem as pencas, e com isso, passam uma pela outra, e em uma dessas passagens, é que pode acontecer de uma estrela capturar um ou mais planetas orbitando ao redor de outra estrela.

"O planeta Nove, pode muito bem ter sido empurrado por outros planetas, e quando ele terminou em uma órbita que era muito grande em torno de sua própria estrela, o Sol pode ter tido a oportunidade de roubar e capturá-lo. Depois que o Sol se afastou do aglomerado estelar em que nasceu, Planeta Nove foi preso em uma órbita em torno dele", disse Alexander Mustill.

"Ainda não há uma imagem do planeta Nove, nem mesmo um ponto de luz. Não sabemos se ele é feito de rocha, gelo ou gás. Tudo o que sabemos é que a sua massa é provavelmente dez vezes a massa da Terra" acrescentou o astrônomo Alexander Mustill.

Essa teoria, tem como fundamentado um excêntrico alinhamento dos objetos rochosos no cinturão de Kuiper, que parece insinuar que alguma forma de corpo massivo está realizando uma grande força gravitacional em relação aos objetos rochosos. Está estimada em aproximadamente 149 bilhões/km (92 bilhões/mi) ou mais de distância do Sol, ou em torno de 75 vezes ou mais de distância do que Plutão.

Esse estudo, foi publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.


Se for real a existência desse planeta, uma sonda espacial poderá alcançá-lo e por em visibilidade esse misterioso planeta 9. Até o momento não há confirmação da sua existência e nem da teoria que ele é um ex-exoplaneta capturado pelo nosso Sol.

No mês de agosto do ano de 2017, a Nasa vai lançar um satélite-caça exoplaneta, o Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS), e assim, quem sabe esse satélite, poderá encontrar e desvendar esse intrigante e tão falado e esperado Planeta 9 ou Planeta X, também chamado desta forma.

Fonte:
http://www.theguardian.com
http://www.dailymail.co.uk
http://www.sciencealert.com
http://postagenszm.blogspot.com.br
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sábado, 4 de junho de 2016

Um mês para a chegada até o planeta Júpiter...

Após uma viagem de 5 anos, de aproximadamente 2.800 milhões km (1.700 milhões de milhas), a nave espacial não tripulada Juno ou sonda espacial Juno (se preferir) da Nasa, vai ter sua aproximação com a órbita do planeta Júpiter.

Está previsto para o dia 04 de julho de 2016, a sonda espacial Juno, fazer uma manobra para entrar na órbita do planeta Júpiter. Para que isso aconteça, a sonda precisa desacelerar, ou seja reduzir sua velocidade para 542 m/s (1.212 mi/h), então por 35 minutos vai ser feito uma queimadura do seu motor principal, e desta forma, a sonda Juno será atraído para a órbita do planeta.

Depois de estar em órbita desse planeta gigante, Juno irá dar 37 voltas ao redor desse planeta, em um período estimado de 20 meses, passando com suavidade para o seu interior em 5.000 km (3.100 milhas) acima das extremidades das nuvens.

Essa será a primeira vez que uma nave espacial, irá orbitar os polos do planeta Júpiter, e assim, poderá dar informação a respeito do interior do planeta, assim como sua composição e também a respeito dos seus campos magnéticos.

A Nasa, irá transmitir ao vivo a chegada da sonda espacial Juno ao planeta Júpiter.
http://www.nasa.gov/multimedia/nasatv/index.html#public

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

Adriano o Lobo...

Moradores de uma cidadezinha do interior de São Paulo (Brasil), me contaram uma história muito interessante e intrigante, que foi relatada por seus avós e pais, e muito deles juraram ser real.

A história:

Em torno da década de 1930, em uma fazenda morava um rapaz que se chamava Adriano e sua mãe viúva.

A mãe de Adriano, era uma senhora com uma idade já avançada, sempre cuidava de seu filho e dos afazeres da fazenda, pois teve com idade avançada seu único filho e com a morte prematura de seu marido na Primeira Grande Guerra, assumiu todas as responsabilidades.

Adriano não era o tipo do filho modelo, pois era muito nervoso e agressivo, não se importava com sua mãe e nem com sua fazenda, apenas gostava de fazer o que lhe desse prazer, sair nas noites para beber, jogar e se divertir com mulheres.

Certa noite, em uma cidade que fica nas proximidades da sua fazenda, haveria uma grande festa, com bebidas, jogos e muita “diversão”. Adriano ficou todo animado com essa festa, mas sua mãe não estava de acordo, e os dois discutiram muito.

Adriano deu ordem aos empregados de sua fazenda para selar um cavalo, enquanto ele iria tomar banho e se arrumar para a festa.

Sua mãe, tomada por um desespero de ver que seu filho iria mesmo à essa festa, foi e soltou todos os cavalos da fazenda, e dessa forma, impediria que seu filho fosse à tal festa.

Quando Adriano acabou de se arrumar, foi pegar o cavalo para sair, não o encontro, aliás, não encontrou nenhum, e com raiva, o rapaz voltou para casa e perguntou para sua mãe o que havia acontecido, ela contou a verdade.

Com toda ira do mundo ele agrediu sua mãe verbalmente, a jogou no chão, a fez ficar de quatro e colocou uma sela nas suas costas, subiu em cima e fez com que ela o levasse dessa forma até onde era o local da festa.

E assim, quando chegaram ao local da festa, sua mãe muito cansada, muito machucada e quase morta, lhe jogou uma praga antes de falecer: “Todas as noites de lua cheia, como esta de hoje, você vai se transformar em um animal”.

Depois que Adriano, ouviu a praga lançada por sua mãe e a viu morrer, saiu correndo para uma mata, e desapareceu, assim nunca mais o rapaz foi visto.

Mas depois daquela noite, em todas as luas cheias as pessoas começaram a ouvir uivos e repararam em sumiço de animais de suas fazendas, passaram a encontrar animais mortos com mordidas enormes e aos pedaços.

Houve muitos relatos de moradores, que avistaram um grande animal bizarro em forma de lobo, nas noites de lua cheia.

Com todos esses acontecimentos e relatos, chegaram a conclusão que só poderia ser o Adriano, e desse dia em diante, Adriano passou a ser chamado de Adriano o lobo.

Muitos acreditam nessa história como verdade, já outros, acham que se trata de uma lenda, agora vai de cada um acreditar ou não.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

O rei Tutancâmon e o punhal cósmico...

Uma surpresa geral para a comunidade científica, pois no sarcófago do rei Tut, junto do seu corpo mumificado ao lado da coxa direita, foi encontrado um punhal feito com material de meteorito.

Sobre o rei:

O rei Tutancâmon (1346 a.C - 1327 a.C.), foi o 11º faraó da 18ª linhagem do Antigo Egito, e chegou a herdar o trono com idade entre oito a nove anos.
Quando ainda era adolescente com aproximadamente 17 anos, ele morreu! A sua morte ainda é um mistério, pois não se sabe ao certo se Tutancâmon morreu devido a um ferimento de caça ou se foi assassinado.

O rei Tutancâmon, foi mumificado por volta de 3.300 anos atrás.


O punhal cósmico:

Sua tumba ainda praticamente intacta foi descoberta no dia 26 de novembro de 1922, pelo arqueólogo britânico Howard Carter e sua equipe, e após três anos, foram encontrados dois punhais, sendo um de ouro e outro de ferro.

Na época, foram feitas análises, mas nada chamou atenção dos pesquisadores, mas  com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, pesquisadores descobriram que o ferro de uma das lâminas, não poderia ser o mesmo ferro que temos aqui na Terra.

Uma equipe de pesquisadores das Universidades italianas, Politécnica de Milão e Universidade de Pisa, junto com especialistas do Museu Egípcio no Cairo (Egito), fizeram análises nesse punhal, e segundo a revista Meteoritics e Planetary Science, foi utilizada uma técnica de raio-x, com um cauteloso procedimento que não envolveu instrumento que poderia causar danos, então as análises foram feitas por espectrometria de fluorescência de raios-X portátil.


Resultado:

De acordo com as análise feitas pela equipe liderada por Daniela Comelli, que é investigadora no Departamento de Física da Universidade Politécnica de Milão, foi confirmado que o ferro na lâmina do punhal,veio de um meteorito.

"Ferro meteórico, está claramente indicado pela presença de uma alta porcentagem de níquel", falou Daniela Comelli, para a Discovery News.

Os fortes traços de níquel e cobalto, encontrados na lâmina do punhal, sugerem que se trata de material vindo do espaço, ou seja, de um meteorito.

Em uma breve comparação, o ferro encontrado no nosso planeta tem uma porcentagem no valor de 4% de níquel, já o punhal do rei Tut, contém 11% de níquel. Já o vestígio de 6% de cobalto encontrado no punhal, é uma assinatura toda particular de um material vindo do espaço.

"Levamos em consideração todos os meteoritos encontrados dentro de uma área de 2.000 km (1.242 milhas), de um raio centrado no Mar Vermelho e acabamos com 20 meteoritos de ferro", falou Daniela Comelli, e continuou “Apenas um chamado Kharga, continha níquel e cobalto consistentes com a composição da lâmina".

O meteorito Kharga, caiu na costa egípcia do Mediterrâneo, e fragmentos desse meteorito foi descoberto no ano 2000, em um planalto de calcário em Mersa Matruha, a 250 km (155 milhas) a oeste de Alexandria.

Também foi encontrado no peito do rei Tut, um colar como amuleto representado por um escaravelho, que não é "calcedônia amarelo-esverdeado" (variedade de quartzo que ocorre numa grande variedade de cores), como o seu descobridor Howard Carter havia pensado, mas sim, líbia de vidro do deserto de sílica (vidro foi gerado através de uma colisão com a areia, por um meteorito ou cometa).

Esse deserto é conhecido como O Grande Mar de Areia, que é uma região do deserto ocidental, os egípcios teriam que fazer uma jornada de aproximadamente 805 km (500 milhas) no deserto, só para obter esse vidro, já que é somente nessa área que ele existe.



Outros achados:

Em um Gerzeh, que é pequeno cemitério pré-dinástico datado cerca de 3200 aC,, no decorrer do rio Nilo, nove pequenas esferas foram escavada, e o material é de ferro meteórico, que foram martelados em folhas finas.

Crença:

Essa pesquisa indicou que os antigos egípcios, davam grande valor ao ferro de meteorito,  para a criação de objetos preciosos, provavelmente observavam a queda dos meteoritos, então faziam uma ligação com uma mensagem de alguma divindade.

*O estudo foi publicado na revista Meteoritics e Planetary Science, por sua principal autora Daniela Comelli e sua equipe.

Fonte:
http://www.bbc.com
https://www.rt.com
https://en.wikipedia.org
http://www.seeker.com
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Tratar a todos igualmente... (frase)

"As pessoas são as coisas mais importantes nessa vida. Trate-as como algo precioso, porque é exatamente isso que elas são. Assim como o nosso lindo Planeta, todos nós somos, ao mesmo tempo, insignificantes perante a imensidão do Universo, e muito especiais, pois cada um de nós é o Universo. Todos somos iguais em essência. Nós não estamos sozinhos e isolados, quando você fere alguém, você fere a si mesmo. Quando você ajuda a alguém, você ajuda a si mesmo". (astronauta Marcos Pontes)


Marcos Cesar Pontes (11/03/1963) foi o primeiro astronauta brasileiro ir à Estação Espacial Internacional, no dia 30 de março de 2006.

Fonte:https://pt.wikipedia.org