quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

SAD - Estudo de três meses sem o Sol...

Na Antártida, no período do verão, o Sol, ilumina 24 horas por dia, com uma média de temperatura de 30 ºC, significando que no período do inverno, a temperatura chega a 80 Cº (negativo), e o Sol fica três meses sem nascer.

Devido a escuridão do inverno, os seres humanos com o passar dos dias e a ausência de luz, ficam sujeitos a terem problemas de sono e distúrbio psicológico.

Esses tipos de problemas, recebem o nome de Seasonal Affective Disorders - SAD, sigla em inglês (Transtornos Afetivos Sazonais, em português), ou Depressões de Inverno.

Por não ser reconhecido por psiquiatras o SAD, são normalmente diagnosticados como um tipo de depressão ou transtorno bipolar e pode levar a complicações sérias de saúde mental, incluindo a ideia de suicídio e uso abusivo de substâncias.

O tratamento dos sintomas, é realizado com terapia de luz, como no caso da Estação Concordia, na Antártida, a equipe da estação, está passando por um estudo em relação a interferência da escuridão do inverno com problemas relacionados com o sono e com humor. A equipe, responde um questionário sobre esses distúrbios e é observada no decorrer desse período.

O resultado do questionário, será comparado com o resultado de como a equipe reagiu com o tratamento com luz, quando será observado a eficácia no caso das luzes do despertador e luzes dos sensores que possuem luzes especiais.

O resultado final, será analisado com o término do período de inverno. A Agência Espacial Europeia (ESA) foi que patrocinou esse estudo com o médico Floris van den Berg.

A imagem abaixo, é uma panorâmica de 24 horas do nascer do sol.

Fonte:
http://blogs.esa.int
http://www.365saude.com.br
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Asteroide Recuperação e Utilização...

A Nasa tem uma missão denominada de Asteroid Redirect Mission (ARM) ou  Asteroide Recuperação e Utilização (ARU).

ARM, é um projeto que a agência deseja conquistar até 2020, que seria  capturar e redirecionar um asteroide para a órbita lunar estável, e depois enviar astronautas, onde será realizada futura explorações.

A Asteroid Redirect Mission, utilizará eficiência de crescimento, abrangendo a nova nave espacial Orion and Space Sistema de Lançamento (SLS) de foguetes e de alta potência solar de propulsão elétrica.

A Nasa está calculando duas concepções de captura de uma massa de asteroide, e direcioná-la roboticamente à uma órbita segura em torno da Lua.

Na primeira concepção sugerida, a Nasa capturaria um asteroide de tamanho pequeno; a segunda concepção, a agência pegaria um porção de massa (rocha) de um asteroide maior, e levaria para a órbita lunar estável,

 A segunda concepção, foi mais aceita, e seguirá com este plano, segundo informou em uma conferência a imprensa.


Entenda: (resumo)

A nave espacial irá encontrar com um grande asteroide próximo à Terra e utilizar braços robóticos com braçadeiras de imobilização para capturar uma rocha do asteroide, assim  a sonda irá redirecioná-la à uma órbita segura em torno da Lua, nomeado de "órbita retrógrada Distante".

Em meados do ano de 2020, a bordo de uma espaçonave Orion lançada por SLS de foguetes, estarão os astronautas, que irão explorar o asteroide.

Os astronautas irão retornar à Terra com muito mais amostras acessíveis para estudos, na qual seria possível descobrir novas revelações científicas sobre a criação do nosso Sistema Solar e o princípio da vida terrestre.

A missão robótica, servirá de proteção contra asteroides que por ventura possa trazer algum perigo ao nosso planeta.

Com missão Redirect Asteróide da Nasa, será um grande avanço de seres humanos rumo ao planeta Marte, pois será um teste da eficácia essencial para uma missão tripulada em 2030 ao planeta vermelho.
Fonte:
http://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://www.youtube.com
https://translate.google.com.br

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Saara a partir da EEI...

A bordo da Estação Espacial Internacional (EEI), os astronautas captaram uma imagem do Saara árido (na parte esquerda da imagem), que está localizado no Norte da África, e também a vegetação mais escura da floresta tropical semi-árida mais úmida, chamada como Sahel (na parte direita da imagem), que se situa na África Subsaariana, entre o deserto do Saara ao norte, e a savana do Sudão ao sul.

Os pântanos verdes escuros do Lago de Chade se destacam em primeiro, é um grande lago localizado no continente africano, nas proximidades do centro geográfico do continente. 

A bacia do Lago Chade, em parte frontal, é quase 1000 km (621 milhas) até a base de montanha das Montanhas Tibesti (no topo da imagem).


A imagem também captou uma nuvem de poeira ativa e parte ofuscada, através do braço robótico da EEI, chamado Canadarm. A poeira aumenta as planícies de lama brancas do antigo leito do lago (na imagem acima, parte da esquerda). Através dos ventos do nordeste, a poeira desta bacia, muitas vezes atinge o Oceano Atlântico, em milhares de km para o oeste. As vezes esta poeira é ainda levada por meios meteorológicos, até as Américas, (ver o vídeos abaixo).

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Mais uma entrega bem sucedida na EEI...

A nave espacial não tripulada, a Progress 62, atracou na Estação Espacial Internacional (EEI), no dia 23 de dezembro de 2015, onde levou 2,8 toneladas de alimentos (entre eles, maçãs frescas), combustível, suprimentos para a tripulação a bordo da estação, e equipamentos de laboratório para pesquisas.

A acoplagem foi feita no modo automático com os Pirs de encaixe no compartimento da EEI, através do centro de controle da missão e  membros da tripulação russa, os cosmonautas Sergei Volkov  e Yuri Malenchenko.

A Progress 62, teve seu lançamento no dia 21 de dezembro de 2015, a partir do Cosmódromo de Baikonur; a nave espacial cargueira, ficará atracada na EEI, até no início do mês de Julho de 2016.



Visão do centro de controle e a Progress 62, acoplada na Estação Espacial Internacional.

Fonte:
http://www.esa.int
https://blogs.nasa.gov
http://en.federalspace.ru
https://translate.google.com.br

domingo, 27 de dezembro de 2015

TESS - um caça exoplaneta...

O Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS), é um satélite-caça exoplaneta, da Nasa.

A previsão de lançamento será no mês de agosto do ano de 2017, a partir da Estação da Força Aérea em Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), pelo foguete SpaceX Falcon 9 v1.1.

Esta será  a segunda vez em que o foguete SpaceX , irá ser usado pela Nasa, para lançamento de um satélite com intenção científica, porém o esse foguete, já foi utilizado pela a agência espacial, para fazer diversas entregas na Estação Espacial Internacional (EEI)

Será uma missão de dois anos, que terá como objetivo, estudar as estrelas mais próximas e mais brilhantes em nossa galáxia, procurando possíveis sinais de exoplanetas em trânsito. Isso envolverá a digitalização de estrelas próximas para o que é chamado  de "curva de luz", um fenômeno onde o brilho visual de uma estrela diminui um pouco devido a travessia de um planeta entre a estrela e seu observador.

Está prognosticado para encontrar mais de 3.000 candidatos a exoplanetas, que vão desde gigantes gasosos a pequenos planetas rochosos; e pela previsão, aproximadamente 500 destes planetas, vão ter um tamanho similar com a Terra.

Será possível estudar a massa, o tamanho, a densidade e a órbita de um grande grupo de pequenos planetas, incluindo uma amostra de mundos rochosos em zonas habitáveis ​​de suas estrelas hospedeiras.

 As informação serão transmitida aos telescópios com base no nosso planeta , e também pelo futuro Telescópio Espacial James Webb, que será lançado no ano de 2018 pela Nasa com o auxilio da Agência Espacial Européia (ESA) e a Agência Espacial Canadense.

O custo total para TESS,  é pensado em aproximadamente US $ 87 milhões, que estará incluso, serviços de lançamento, integração da carga útil e rastreamento e manutenção da nave espacial  no período de sua missão de dois anos.

Fonte:
https://en.wikipedia.org
http://tess.gsfc.nasa.gov
http://svs.gsfc.nasa.gov
https://translate.google.com.br

Combustão humana espontânea...

É o nome que se dá a um fenômeno sem causa aparente, ou seja, é quando o corpo de uma pessoa entra em combustão e não há uma explicação plausível.

A Combustão humana espontânea (CHE), segundo algumas pesquisas, acontecem por algum conjunto de fatores internos no corpo humano, que gera um calor, ao ponto de incinerar partes ou órgãos de um corpo, com ausência de algum fator externo.

Há muitos relatos da CHE, mas são apenas análises ou hipóteses sem fundamentos, nada que fosse comprovado cientificamente. 

Alguns dos relatos:

- No ano de 1663, o anatomista dinamarquês Thomas Bartholin, relatou que uma mulher, em Paris, "foi reduzida a cinzas e fumaça" e que o colchão de palha onde ela dormia, não foi consumido pelo fogo. (Esse foi o primeiro relato na história)

- No ano de 1673, o francês Jonas Dupont, descreveu uma sucessão de casos similares,  no trabalho literário "De Incendiis Corporis Humani Spontaneis".

- No ano de de 2011, a morte de Michael Faherty, de 76 anos, foi atribuída à CHE, pelo pesquisador irlandês Dr Kieram McLoughlin (seu primeiro caso em seus 25 anos de experiência) 

- No ano de 2013, na Índia, uma mãe relatou que seu bebê de três meses, havia se queimado por quatro vezes em momentos diferentes por CHE; internado no Kilpauk Medical College Hospital em Xinin, foram realizados exames, que comprovaram não haver nenhuma evidência de combustão humana espontânea, e desta forma, foi descartado todos os relatos feitos pela mãe da criança, levantando a suspeita de maus tratos por parte dos pais.

Ao longo do tempo, muitas mortes foram dadas à CHE, no entanto, a grande maioria não foi avaliada por um especialista.

Dê 300 anos para cá, muitos pontos de características apresentados por investigadores e narradores de histórias se coincidem, são eles:

- geralmente a vítima se encontra em chamas, dentro da sua residência

- relatos de um cheiro de uma fumaça adocicada no local onde aconteceu o fenômeno,

- o corpo carbonizado apresenta os membros superiores e inferiores  íntegros, mesmo que não fosse possível de reconhecer seu dorso e sua cabeça,

- o local onde o corpo é achado demonstra ausência ou um escasso sinal de fogo, excluindo algum resquício nos móveis ou nas paredes.

Com raridade:

- partes externas do corpo da vítima estava carbonizado, enquanto seus órgãos internos estavam preservados,

- há caso onde a vítima sobreviveu, mas partes de seu corpo sofreu queimaduras, sem haver nada por perto que pudesse dar origem ao fogo.

Como não há uma comprovação científica efetiva da combustão humana espontânea, e também como não há testemunhas que presenciaram esse possível fenômeno, para muitos pesquisadores, as explicações seriam:

- fumantes que dormiram com o cigarro, charuto ou cachimbo aceso,

- atos criminosos que foram encobertos,

- vítimas de maus tratos.

A possibilidade de acontecer uma combustão humana espontânea, é muito remota, pois o corpo humano é composto especialmente por água, sendo aproximadamente 65% de água em homens adultos e 60% em mulheres adultas, apesar de possuir também metano e gordura, é muito trabalhoso queimar um corpo, pois para uma cremação, é necessário que a temperatura chegue a  900 °C.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://science.howstuffworks.com
https://translate.google.com.br

sábado, 26 de dezembro de 2015

Fã que é fã... (curiosidade)

Ser fã, significa ser uma pessoa devotada a exprimir sua afeição por algo, alguém e assim por diante...

Na estréia de Star Wars, o episódio VII: O Despertar da Força, no dia 17 de dezembro de 2015; algumas pessoas resolveram mostrar sua afeição por essa trilogia, ou melhor dizendo, pela franquia de George Lucas, e foram a caráter.

Foi o caso da Ronda Rousey, que se vestiu de Stormtrooper, juntamente com seus amigos, e em seu Instagram pessoal, Ronda publicou uma imagem e escreveu:

"About last night ... Star Wars was awesome... I'm Stormtrooper", traduzindo para o português: "Sobre a noite passada ... Star Wars foi incrível ... Eu sou Stormtrooper.



Na pré-estreia do filme O Despertar da Força, no dia 14 de dezembro de 2015, em Hollywood (EUA),  George Lucas, comentou a respeito sobre a trilogia,, “Eu não achei que ela se tornaria tão grande quando eu comecei”.

O Despertar da Força já é considerada a melhor estreia, assim como as maiores bilheterias de todos os tempos.  Até o momento, o filme rendeu US$ 813,5 milhões na bilheteria mundial e provavelmente chegará a render US$ 1 bilhão até o final desta semana.

Fonte:
http://legiaodosherois.uol.com.br
http://observatoriodocinema.com.br

Lua crescente da Torre...

O arranha-céu Crescent Moon Tower (Lua crescente da Torre), é um projeto idealizado pela empresa Transparent House, com sedes em São Francisco (EUA), Moscou (Russia) e Berlim (Alemanha).

Crescent Moon Tower, terá uma estrutura com 33 andares e contará com:

- imóveis de luxo,
- uma biblioteca infantil, 
- um restaurante,
- uma sala de conferências, 
- bar,   
- no topo da estrutura, uma plataforma de observação.

Se por acaso você tiver algum interesse em se hospedar ou ir apenas conhecer, você vai ter que aguardar alguns anos, pois esse arranha-céu, deverá ficar pronto num prazo de cinco anos.  

A localização da Lua crescente da Torre, deverá ser em Za’abeel Park, um parque a nordeste do Dubai World Trade Center, em Dubai, não muito distante do deserto.

Confira as imagens do arranha-céu Crescent Moon Tower (Lua crescente da Torre)

Fonte:
http://revista.zapimoveis.com.br
http://grandearquitetura.com.br

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Tapete da natureza... (frase)

“A natureza criou o tapete sem fim, que recobre a superfície da terra.
Dentro da pelagem desse tapete, vivem todos os animais, respeitosamente.
Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.” 
 Monteiro Lobato

Monteiro Lobato (1882 - 1948) - Foi um escritor brasileiro, e editor de livros inéditos e autor de importantes traduções.

Nova imagem do cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko...

No dia 20 de dezembro de 2015, uma imagem do cometa  67/P Churyumov-Gerasimenko, foi capturada a uma distância de aproximadamente 91.5 km (57 milhas), a partir da sonda Rosetta.



Resumo da Missão Rosetta:

Rosetta, é uma sonda espacial construída e lançada pela ESA (Agencia Espacial Europeia), tem como objetivo de pousar e  estudar o cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko (nomes dos astrônomos soviéticos que descobriram o cometa no ano de 1969).

O programa foi inicializado em 1993 e o seu lançamento levando a sonda Philae foi em 02 de março de 2004 na Guina Francesa pelo foguete Ariane 5 as 7:15 UTC (tempo universal coordenado) para o encontro em 2014 com o cometa (12 de novembro de 2014).

Desde 06 de agosto de 2014, a sonda espacial Rosetta da ESA, está orbitando o cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko. Philae é um robô, que desacoplou da Rosetta e pousou no cometa.

A sonda espacial Rosetta, tem acompanhado o desenvolvimento do núcleo e da atmosfera do cometa, e observou que o núcleo é um misto de gelo e poeira.

O cometa 67/P, possui um núcleo de 4 km de diâmetro, está orbitando ao redor do Sol e sua trajetória fica entre as órbitas da Terra e de Júpiter.

A sonda espacial robótica Rosetta, está programado atualmente para fazer uma colisão suave, no final do ano de 2016 na superfície do cometa 67/P, quando deverá encerrar sua missão.


Fonte:
https://planetgate.mps.mpg.de
https://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

Lua cheia de Natal... (imagens)

Imagens da Lua após meia noite, ou seja, às 00h15 do dia 25 de dezembro de 2015.





quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Floresta Aokigahara...

Denominada também como Mar de Árvores, esta floresta, é um local bem sinistro, que pode ser considerado macabro, pois neste local, há um alto índice de suicídio.

A floresta, está localizada na base noroeste do monte Fuji, a 160 km (99 milhas) de Tóquio, no Japão; com aproximadamente de 35 km² (22 mi²), ela possui rochas e cavernas de gelo.  Seu solo, é composto na sua totalidade de rochas vulcânicas.

A vegetação de Aokigahara é densa, ou seja, há uma grande concentração de árvores, que impedem a penetração de vento e assim consequentemente motiva a inexistência da vida selvagem, e isso faz com que essa floresta seja absurdamente silenciosa.

A floresta de Aokigahara, é o segundo lugar no mundo todo onde ocorrem mais suicídio, perdendo apenas para a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA).

Segundo estatísticas, em 2004, um total de 108 pessoas cometeram suicídio no local, e no ano de 2010, foram registrados 54 suicídios (informe não oficial). 

No ano de 2003, os informes das estatísticas de suicídios, pararam de serem divulgados, na tentativa de que pudessem parar de relacionarem os suicídios com a floresta Aokigahara.

Infelizmente, a média anual de corpos encontrados na floresta são de 100, em alguns casos, os estados dos corpos encontrados, estão em um estágio bem avançado de putrefação, e em outros casos, apenas as ossadas são encontradas.

Há muitas lendas e mitos, a respeito da floresta, que referem sendo moradia de espíritos malignos e de demônios, e que a floresta é frequentada por assombrações daqueles que colocaram fim em suas vidas no local, por essas e outras, moradores da região evitam essa floresta.

Na floresta, há muito turistas que vão atrás de passeios, uns pelas cavernas de gelo e rochas, outros querem se aventurar pela floresta, e há aqueles que vão para refletir se vale a pena viver, e deixam muito lixos, como barracas, objetos, bilhetes entre outros; muitas fitas, sacos, corda e papéis nas árvores, para marcar o caminho de volta se acaso chegarem a conclusão de que não querem mais cometer o suicídio; pois por ser uma vegetação muito densa, é fácil de não encontrar a saída.

A fama da floresta Aokigahara, se espalhou no ano de 1960, quando passava a novela Kuroi Jukai (Mar sombrio das árvores), em que o casal romântico se suicida na floresta. No século  XIX , essa floresta já era conhecida como floresta do suicídio.

Desde o ano de 1970, existe um grupo formado por voluntários, policiais e jornalista, que vão atrás do corpos que estão na floresta, esse grupo é denominado de "Caça ao Corpo".

Na entrada da floresta, ou melhor dizendo, na entrada onde as pessoas vão para refletir ou para cometer o suicídio, tem uma placa com um número de telefone de pessoas especializadas que podem ajudar, e na placa também possui os seguintes dizeres:

"Sua vida é um presente precioso que seus pais lhe deram".
"Pense mais uma vez em seus parentes e suas crianças".
"Não entre sozinho nessa floresta".
"0555-22-0110"

No Japão a individualidade das pessoas é muito respeitada, por isso há somente essa placa, com a ausência de seguranças ou policiais.


Segundo o geólogo  Azusa Hayano, no site do Mail Online, "O suicídio no Japão mudou ao longo dos anos. Considerando que antes era exclusivamente de samurai, que iria cometer ritual 'harakiri' para preservar sua honra, hoje é apenas uma marca de isolamento social no mundo moderno".

Fonte:
http://www.japanzine.jp
http://www.dailymail.co.uk
http://seuhistory.com
https://translate.google.com.br

Dois eventos astronômicos Natalinos de 2015...

Passagem de um asteroide:

O asteroide nomeado de 2003 SD220, segundo as imagens de radar, feita pela Nasa, esse asteroide tem uma aparência muito alongada e tem pelo menos 1.100 metros (3.600 pés) de comprimento, vai passar pelo nosso planeta à uma distância de aproximadamente 11 milhões/km (6,8 milhões/milhas), ou seja, a cerca de 28 vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Segundo a Nasa, asteroide não apresenta perigo algum, e está sendo monitorado 24 horas, assim como qualquer objeto que passar próximo da Terra.

O asteroide voltará a passar pela Terra só daqui a três anos, ou seja, no ano de 2018 com uma aproximação estimada em 2,8 milhões/km (1,8 milhões de milhas) de distância, e no ano 2070 sua aproximação com o nosso planeta será a cerca de 2,7 milhões/km (1,7 milhões/milhas) de distância. E em nenhuma passagem do asteroide pela Terra, acarretará em perigo.

"Não há motivo para preocupação sobre o próximo voo rasante do asteroide SD220 2003, nesta véspera de Natal, o mais próximo deste objeto chegará ao Papai Noel e suas oito minúsculas renas, é cerca de 28 vezes a distância entre a Terra e a Lua.", falou, Paul Chodas, gerente do Centro de Estudos da Nasa,o Near-Earth Object Observations  no Jet Propulsion Laboratory.


Lua cheia:

Além da passagem do asteroide, outro evento astronômico que irá acontecer nesta véspera de Natal, é a Lua cheia. 

Depois do ano de 1977, ou seja, após 38 anos, a Lua cheia na noite de Natal, irá se repetir neste ano de 2015, este evento raro não vai acontecer novamente até o ano de 2034, por isso aprecie sem moderação.

 A melhor visualização da Lua cheia no dia do Natal, será às 6h11 (pm) no horário de Nova York (EUA), e 9h11 (pm) pelo horário de Brasília (Brasil), segundo a Nasa.

"Quando olhamos para a Lua em tal ocasião, vale a pena lembrar que a Lua é mais do que apenas um vizinho celestial, a história geológica da Lua e Terra estão intimamente ligadas de tal forma que a Terra seria um planeta drasticamente diferente sem a lua.", disse em um comunicado, o cientista John Keller, da Goddard Space Flight Center da Nasa em Greenbelt, Maryland (EUA).

Fonte:
http://www.jpl.nasa.gov
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Veículo Intermediário Experimental...

O Veículo Intermediário Experimental (IXV) da ESA, é um avião espacial de reentrada atmosférica experimental, teve seu teste no dia 11 de fevereiro de 2015, onde completou sua missão, após ser lançado por um foguete Vega, a partir do Porto Espacial Europeu, em Kourou, na Guiana Francesa.

A missão foi testar, sistemas e tecnologias de reentrada autônoma, para que em um futuro, possa haver um veículo espacial reutilizável e com uma reentrada independente.

A separação do foguete de lançamento o Vega, foi em uma altitude de 348 km e continuou até aos 413 km.

No momento da sua a reentrada, a velocidade do IXV, era de  7,5 km/s, em uma altitude de 120 km, gerando as mesmas condições de um veículo, ao retornar de uma órbita terrestre baixa.  Foi gravado uma grande quantidade de dados, a partir de mais de 300 sensores de pontas e convencionais.

O foguete Vega, expôs sua eficácia, certificando a sua versatilidade para uma ampla série de futuras missões.


“A tecnologia de ponta que validamos hoje e os dados coligidos pelos sensores a bordo do IXV, irão abrir numerosas oportunidades à Europa, no desenvolvimento de planos ambiciosos no transporte espacial para uma multiplicidade de aplicações. Esta foi uma curta missão de alto impacto,” palavras de Giorgio Tumino, gestor de projeto do IXV, em fevereiro de 2015.

“O IXV abriu um novo capítulo para a ESA, em termos de capacidade de reentrada e reutilização,” explicou, Jean-Jacques Dordain, Diretor Geral da ESA, em fevereiro de 2015.


Fonte:
https://cnes.fr
http://www.esa.int
https://translate.google.com.br

Valorizar nosso lar...

Terra, é o sonho de consumo de qualquer ser que queira desfrutar de tudo de bom que este planeta oferece; então já que estamos aqui, e ela é o nosso lar, vamos valorizar, e ver que nossa grama é mais verde que a do vizinho.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Estrela agoniza em buraco negro...

Buraco negro: é corpo celeste massivo, e possui um campo gravitacional muito forte em uma determinada região do espaço, e nada escapa dele, nem mesmo a luz.

Estrela: é um astro que tem luz e calor próprio, caracteriza-se de um brilho cintilante. É uma grande esfera de plasma luminosa que é mantida íntegra pela gravidade. É composta de hidrogênio, hélio e outros componente mais pesados. O nosso Sol, é uma estrela.

O primeiro vídeo (abaixo), é de um centro galáctico bem distante (290 milhões de anos-luz), onde uma estrela agoniza, por ser engolida por um buraco negro, esse evento foi nomeado de ASASSN-14li, e foi avistada por observatório a partir da Terra.

Os buracos negros atraem gás e matéria para um disco de acreção em seu redor, que chega o aquecer para elevadas temperaturas de milhões de graus e fazer com que libere radiação visível de ultravioleta e raios-X. A parte mais interna do disco, de cor branca, brilha mais fortemente em raios-X e pode dirigir um vento periódico, mostrados em azul.


O segundo vídeo (abaixo), acredito que foi feito, possivelmente a partir de imagens capturadas pelo Galex (telescópio espacial Galaxy Evolution Explorer), era um telescópio, utilizado por cientistas do mundo todo para estudar estrelas, da nossa própria galáxia, da Via Láctea, e centenas de milhares de galáxias, com 5 bilhões de anos-luz de distância.
(Não consegui encontrar dados nenhum a respeito desse vídeo, apenas suposições).


Segundo Stephen Hawking, diz que viajantes espaciais poderiam terminar em outro universo, se "caíssem" em um buraco negro.

Fonte:
http://apod.nasa.gov
https://www.youtube.com
https://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Arco-íris... (frase)

"Quem deseja ver o arco-íris, precisa aprender a gostar da chuva".
* do livro: O Aleph, escrito por Paulo Coelho.


Paulo Coelho (1947) -  escritor, letrista e jornalista brasileiro. 

domingo, 20 de dezembro de 2015

A cratera Herschel da lua Mimas...

Ela está localizada em uma das menores luas de Saturno, a lua Mimas, essa lua possui uma superfície gelada e carregada de crateras de impactos, sendo cada uma delas com mais de 40 km (25 milhas) de diâmetro, mas a cratera Herschel é a maior, aliás, essa cratera é considerada uma das maiores crateras do nosso Sistema Solar.

É pensado que a cratera Herschel, foi originada através de uma enorme colisão de um asteroide com a superfície de Mimas, em aproximadamente  4,1 bilhões de anos atrás, mas ela só foi encontrada pelos americanos, em 1980, através da sonda Voyager 1.

A cratera Herschel, é uma imensa depressão que possui cerca de 130 km (80 milhas) de largura, um terço do diâmetro da lua Mimas, e sua profundidade é estimada em 10 km (6 milhas), e um pico central de aproximadamente 6 km (4 milhas) acima da superfície interna da cratera.

Devido ao tamanho da cratera, acredita-se que Mimas, quase foi destruída pela a colisão, onde originou a cratera, pois existem rupturas no lado oposto da lua gelada.

O nome da cratera foi uma homenagem ao astrônomo William Herschel, que descobriu a lua Mimas no dia 18 de junho de 1789.
E Mimas, foi batizada com esse nome por John Herschel, filho do descobridor.


O nome da lua Mimas, vem da mitologia grega, a lua possui cerca de 397,2 km (246,9 milhas) de diâmetro, leva somente cerca de 23 horas para completar uma órbita, e a sua distância em relação a Terra é de aproximadamente 1.272 milhões km (790 milhões).

Uma curiosidade:
A cratera Herschel,  é comparada e assimilada com a famosa "Estrela da Morte", a estação espacial dos filmes Star Wars.

Fonte:
https://cassini-huygens.cnes.fr
http://solarsystem.nasa.gov
https://www.google.com.br
https://translate.google.com.br

sábado, 19 de dezembro de 2015

Nascer do dia...

Um dos espetáculos do nosso dia a dia, que até o momento, só o nosso planeta nos proporciona.



A Terra no horizonte lunar...

A Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), é uma  espaçonave robótica lançada pela Nasa, que atualmente está orbitando a Lua, mas há pouco tempo capturou uma imagem da Terra, a partir da perspectiva da nave espacial não tripulada em órbita ao redor da lua.

LRO foi lançada no dia 18 de junho de 2009, e reuniu dados importantes com seus sete instrumentos de ponta, ajudando em um conhecimento considerável a respeito da Lua. A nave está na maioria das vezes sempre atarefada capturando imagens da superfície lunar, isso todos os dias, mas com raridade, ela captura imagens da Terra, isso porque de vez em quando, ela vira seu instrumento de câmera para o espaço para observação da fina camada de atmosfera lunar, e também para calibragem do instrumento; então, nesse movimento as vezes a  Lunar Reconnaissance Orbiter Camera (LROC), consegue capturar imagens de planetas, e da Terra (como a imagem abaixo), após uma série de imagens capturadas.

Foi no dia 12 de outubro de 2015, com aproximadamente 134 km (83 milhas), acima da cratera Compton, no lado mais distante da Lua, a nave de ter girado de lado em 67 graus, em uma velocidade superior a de 1.600 m/s (3.580 milhas/h), e para capturar a imagem, a Câmara de Ângulo Estreito da LROC, ampliou a largura do horizonte lunar, e assim capturou a imagem da Terra. E todo esse trabalho foi com relação à superfície lunar abaixo da nave. Em virtude ao movimento orbital da espaçonave, pode ser capturado a Terra, como se estivesse no horizonte, por que na realidade, a Terra sempre se encontra em um determinado ponto acima do horizonte lunar, e só há variação de lugar, quando há oscilação na Lua, mas algo é muito discreto.

A imagem recebeu um tratamento especial para que possa ser vista como enxergamos na Terra.


"A imagem é simplesmente impressionante. A imagem da Terra evoca a famosa imagem", falou  Noah Petro, vice-cientista do projeto LRO para a Goddard Space Flight Center da Nasa em Greenbelt, Maryland (EUA).

 Noah Petro, com essas palavras, se referiu a famosa imagem que foi nomeada de Blue Marble, em inglês (bolinha de gude azul ou  bolinha azul, em português), da missão Apollo 17, o astronauta Harrison Schmitt, foi quem capturou a imagem. O interessante é  que também mostrou a África, em evidência na imagem, isso há 43 anos atrás.

Fonte:
http://www.nasa.gov
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Lagos do mundo com a temperatura aumentada...

A Nasa e a National Science Foundation (Nacional Fundação para a Ciência), através de estudos, constataram que a mudança climática está aquecendo rapidamente lagos ao redor do mundo, ameaçando o ecossistema e mais da metade do fornecimento e abastecimento de água doce no nosso planeta.

Utilizando dados de satélites por 25 anos das temperaturas em terras de seis continentes com 235 lagos, este estudo é o maior já realizado nesse aspecto.

Foram encontrados lagos em aquecimento, em uma média de 0,61 graus Fahrenheit (0,34 graus Celsius) a cada dez anos.

Segundo os pesquisadores, essa taxa de aquecimento é a maior do que a de oceanos ou da atmosfera, e pode ter efeitos significativos.

Com essa taxa de aquecimento aumentando com o passar do tempo, no próximo século pode haver proliferação de algas, que irá roubar o oxigênio da água, sendo estimado um aumento em 20% nos lagos. A proliferação de algas tóxicas para peixes e animais, é pensado em um aumento de 5%.

Na aproxima década, a emissão do gás metano (efeito estufa), que é 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono, em uma escala de tempo de 100 anos, vai ter um aumento de 4%, se essas taxas continuar assim.

"A sociedade depende da água de superfície para a grande maioria de uso humano. Não apenas para beber água, mas para fabricação, para a produção de energia, e para a irrigação de nossas culturas. As proteína de peixes de água doce é especialmente importante no mundo em desenvolvimento", disse a co-autora Stephanie Hampton, diretora do Centro de Washington State University de Pesquisa Ambiental, Educação e Extensão em Pullman, no Condado de Whitman (EUA).

Quando há uma oscilação na temperatura da água de forma rápida e extensa, as espécies de vidas em um lago, pode se transformar radicalmente e até mesmo deixar de existir. A temperatura da água tem uma influencia em um montante de propriedades para a saúde do ecossistema.

A autora Catherine O'Reilly, professora de geologia na Universidade do Illinois State University, em Normal, no Condado de McLean, no estado de Illinois (EUA), disse, "Estes resultados sugerem que as grandes mudanças em nossos lagos não são apenas inevitável, mas provavelmente já estão acontecendo". Em pesquisas realizadas anteriormente por O'Reilly, as temperaturas tem aumentado e os lagos estão tendo quedas nas suas produtividades. 

 Simon Hook, que é co-autor do estudo e gerente da divisão de ciência no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, Califórnia (EUA), disse que que as medições realizadas por satélites, promovem um olhar amplo das temperaturas dos lagos, por toda extensão do globo terrestre, porém, os satélites apenas medem a temperatura da superfície, e as medições em terra, podem detectar as mudanças das temperaturas, por toda extensão do lago.

"Combinando as medições terrestres e por satélite, é fornecido uma visão mais abrangente de como as temperaturas do lago estão mudando em todo o mundo", explicou Simon Hook.

Os cientistas falaram que diversos fatores climáticos, que estão relacionados com a propensão de aquecimento. Em climas do norte, lagos estão perdendo sua capa de gelo mais cedo na primavera e muitas regiões do mundo, têm menos cobertura de nuvens, e estão expondo mais as águas para os quentes raios solares.

Em trabalhos realizados anteriormente por Simon Hook, dados de satélites foram usados, onde indicaram que as temperaturas dos lagos, estavam aquecendo mais que as temperaturas do ar, que o maior aquecimento foi observado em altas latitudes. Outros estudos também é visto o aquecimento climático.

Esse novo estudo confirmou as observações anteriores, com taxas de aquecimento médio de 1,3 graus Fahrenheit (0,72 graus Celsius) a cada dez anos em altas latitudes.

Em lagos tropicais quentes, pode estar acontecendo aumento da temperatura com menos intensidade, mas o aumento da temperatura desses lagos, pode ter um impacto negativo significante para a vida aquática, e isso se torna particularmente muito importante, porque onde os peixes são a principal fonte de alimento, como nos Grandes Lagos Africanos, o impacto negativo será de uma proporção gigantesca.

Stephanie Hampton. falou, "Em lagos mais quentes, essas mudanças de temperatura pode ser muito importante. Elas podem ser tão importante quanto a uma maior taxa de mudança em um lago frio".

"O aquecimento aqui observado [...], sinaliza a urgente necessidade de incorporar os impactos do clima em avaliações de vulnerabilidade e os esforços de adaptação para lagos", avaliaram todos os pesquisadores.

A pesquisa, foi publicada na revista Geophysical Research Letters, e foi anunciada na reunião da União Geofísica Americana em San Francisco (EUA), no dia 16 de dezembro de 2015.

A Nasa, utiliza o ponto de observação do espaço para aumentar a compreensão do nosso planeta em que nascemos, melhorar a vida e proteger o nosso futuro. A Nasa desenvolve novas maneiras de observar e estudar os sistemas naturais da Terra interligados com registros de dados de longo prazo. A agência compartilha  livremente este conhecimento único e trabalha com instituições de todo o mundo para ganhar novos conceitos sobre como nosso planeta está mudando.

Fonte:
http://www.jpl.nasa.gov
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Voo suborbital...

É um voo, onde a nave espacial não faz uma órbita completa ao redor do planeta, no nosso caso, é o planeta Terra.

Então, um voo suborbital, é um voo espacial, que utiliza impulso de um foguete para o espaço, mas depois seu deslocamento é sem o uso de propulsão, e seu retorno seria de uma trajetória balística, ou seja, a nave estará exposta a um movimento retilíneo uniformemente variado devido a aceleração da gravidade.

Tendo o planeta Terra como uma referência, um voo espacial suborbital, chega a uma altitude de aproximadamente 100 km (62 milhas) acima do nível do mar. Esta altitude é uma marca acertada, onde se dá o limite entre a atmosfera terrestre e o espaço exterior, que é nomeada como Linha de Karman.

Linha de Karman, esse nome foi dado em homenagem a Theodore von Kármán (1881–1963), ele foi  um engenheiro e físico Húngaro-Americano, sendo o primeiro a calcular aproximadamente essa altitude.


Só para esclarecimento:

- um voo espacial orbital, é quando a nave espacial faz uma órbita completa ao redor do planeta, no nosso caso, é o planeta Terra.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

O céu e o inferno... (frase)

"Além da Terra, além do Infinito, eu procurava em vão o Céu e o Inferno. 
Mas uma voz me disse : o Céu e o Inferno estão em ti mesmo".
Omar Khayyām



Omar Khayyām (1048 - 1131), persa dos séculos XI e XII - foi poeta, matemático e astrônomo.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A Fenda e o iceberg...

A fenda que você pode observar na imagem abaixo, é de aproximadamente 25 km (15 milhas) de comprimento; no ano de 2007, o satélite Envisat (maior satélite de observação da Terra), já havia observado o mesmo modelo de fenda na geleira de Pine Island (região oeste do continente polar), que tinha gerado um iceberg de 34 km (21 milhas) de comprimento e 20 km (12 milhas) de largura.

Esse sistema é denominado parto de icebergs, pertence ao período normal de correntes de gelo e que repete continuamente. Desta forma, por ela mesma, a corrente de gelo de Pine Island, despeja no mar 10% da produção de gelo da Antárctica ocidental.

Os pesquisadores constataram que nos últimos anos, houve uma rapidez na cota de crescimento de correntes de gelo na Antártida, abrangendo a Ilha Pine e a Thwaites (glaciar/geleira).

No 06 de abril de 2012, a imagem (abaixo), foi capturada pelo Radar de Abertura Sintética Avançado (ASAR) do Envisat, aconteceu dois dias anteriores da perda definitiva (para sempre) de contato com o satélite.

Radar imageador, é indiferente as nuvens que encobertam a região, inúmeras vezes é inestimável para evolução da calotas polares, pois é um indicador-chave das mudanças climáticas em andamento.

A França, patrocinou 25% do programa ENVISAT, através do seu apoio para a Agência Espacial Europeia (ESA), e trouxe o sistema de localização de Doris (sistema utilizado para a determinação do satélite francês).

A Agência Espacial Francesa (CNES), e os laboratórios industriais e científicos franceses, foram e ainda permanecem vigorosamente comprometidos no programa e na exploração da imensa riqueza, que representa 10 anos desta missão.

Fonte:
https://cnes.fr
https://es.wikipedia.org
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Imagens interessantes de alguns planetas...

Imagem capturada pelo Mars Reconnaissance Orbiter:

É de um depósito em tons claros na superfície do planeta Marte. Algumas formas no terreno sugerem erosão por um fluido em movimento de norte a sul.

* Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa: sonda espacial da Nasa, que tem por objetivo,  procurar evidências de existência de água, no passado remoto do planeta Marte.



Imagem capturada pelo satélite Earth Observing 1:

Lake Frome (é uma grande bacia de drenagem fechada)  no centro da Austrália. Nesta imagem, o lago de sal aparenta um osso seco e cheio de sedimentos quase branco. Esta área da Austrália recebe 149 a 216 milímetros de chuva por ano, em média, e as bacias passam a maior parte de seu tempo como salinas.

*Satélite Earth Observing 1, da Nasa: é parte do programa da Nasa Novo Milênio, para desenvolver e validar uma série de instrumentos e tecnologias de barramento(conjunto de linhas de comunicação) inovadoras para espaçonaves, projetadas para permitir o desenvolvimento de satélites de captação de imagens da Terra no futuro.



Imagem capturada pela sonda espacial MESSENGER:

Em outubro de 2008,  regiões previamente desconhecidas do planeta Mercúrio, que têm grandes crateras com uma qualidade interna semelhante a própria Lua do nosso planeta. É pensado que estas crateras teriam sido cheias por fluxos de lavas velhas, mas não tão antiga quanto a superfície de crateras altas que circundam.

*Sonda espacial MESSENGER, da Nasa: é uma sonda espacial não tripulada da Nasa, destinada a estudar as características e o ambiente do planeta Mercúrio.



Imagem capturada a partir da Estação Espacial Internacional:

Mostra a metade ocidental da península Arábica, na Arábia Saudita. Ela não só contém grandes regiões de areia e cascalho, mas campos de lavas extensivos conhecidos como haraat.

*Estação Espacial Internacional: um dos principais objetivos, é criar um ambiente para conduzir experimentos que requerem uma ou mais condições específicas que estão presentes no ambiente de micro gravidade.

Os principais campos de pesquisas incluem: biologia, física, astronomia, e meteorologia.

É uma aliança internacional de programas espaciais, sendo um consorcio de 15 países, liderada pelo Estados Unidos.



Embora este padrão das ondas é similar aos observados em Júpiter, esta imagem é do planeta Saturno. O padrão de onda, tem sido observado em muitos lugares em todo o universo, inclusive nas bordas do ambiente magnético da Terra.

Obs :Lembra o padrão de uma onda de surfista com exatidão.



Imagem capturada por Mars Reconnaissance Orbiter:

Mostra dunas de materiais do tamanho de grão de areia, que foram presos em camadas de muitas crateras do planeta Marte. As dunas são lineares, provavelmente devido à mudança direções de vento.



Europa é uma das luas do planeta Júpiter, com uma superfície gelada muito brilhante com riscos coloridos.


Imagem foi capturada pela nave espacial Dawn:

Mostra uma montanha surpreendente no planeta anão Ceres, saindo de uma área relativamente suave.

Nave espacial Dawn, da Nasa: Tem por objetivo, estudar os planetas anões Ceres e Vesta.



Esta imagem do vulcão Bazman, que está localizado em uma região remota ao sul do Irã. Enquanto o vulcão tem a forma de um cone clássico estratovulcão, é também fortemente cortado por canais que se estendem para baixo a partir do cume.



Imagem capturada pela tripulação da expedição 35, a partir da Estação Espacial Internacional:

É o grande deserto de areia no noroeste da Austrália,  mostra uma variedade de formas de dunas em toda a região.
Fonte:
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domingo, 13 de dezembro de 2015

Algo estranho...

Hoje pela madrugada, 13 de dezembro de 2015, por volta das 2h00, estava olhando para o céu pela janela do meu quarto, e reparei uma luz forte, brilhante e que se movia com uma certa rapidez no céu, fiz captura de imagem, mas que infelizmente não ficaram tão nítidas, mas dá pra ver algo, eu achei estranho, pois não se tratava de avião, mas também não pude identificar o que era.

                                               Crédito de imagem Blog ZM.

Voltando pra casa...

A expedição 45 que estava 141 dias no laboratório orbital da Estação Espacial  Internacional (EEI), voltaram para a casa, deixando a EEI no dia 11 de zembro de 215, abordo da nave Soyuz TMA-17M.

A expedição 45 era compostas pelos  seguintes tripulantes, astronauta Kjell Lindgren da Nasa, o cosmonauta Oleg Kononenko da Agência Espacial Federal Russa e o astronauta Kimiya Yuida da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA), após uma missão de 141 dias no laboratório orbital.

A tripulação desembarcou no Cazaquistão às 08h12 EST (19h12 hora Cazaquistão), e chegaram sem maiores problemas e com segurança.

Abordo da EEI, ficou a tripulação da expedição 46, com o astronauta Scott Kelly (comandante) da Nasa, junto com os cosmonautas Mikhail Kornienko e Sergey Volkov da Roscosmos. Os três irão operar a EEI por quatro dias, até a chegada dos novos três tripulante, o astronauta Tim Kopra da Nasa, o cosmonauta russo Yuri Malenchenko e o astronauta Tim Peake da ESA (Agência Espacial Europeia).

O lançamento que levará essa nova tripulação para EEI, está programado para o dia 15 de dezembro de 2015, a partir de Baikonur, no Cazaquistão.

Imagem capturada por Scott Kelly, abordo da EEI, na hora do desencaixe da Soyuz TMA-17M, no dia 11 de zembro de 215.
Fonte:
http://www.nasa.gov
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sábado, 12 de dezembro de 2015

Galáxia "Átomos para a Paz"...

Com uma aparência que lembra ligeiramente um núcleo atômico circundado por laços de órbitas eletrônicas (sedes de intenso campo magnético), a galáxia espiral NGC 7252, denominada informalmente de Galáxia "Átomos para a Paz".

Com um aspecto particular, a galáxia é a consequência de um impacto entre duas galáxia, que ocorreu aproximadamente 1 bilhão de anos atrás, despedaçando ambas as galáxias longínquas; com um passado assim, bem agitado, é bem sarcástica a sua denominação.

Os aspectos de laços, é possivelmente constituído de poeira e estrelas lançadas ​​para fora, devido ao impacto, porém por lembrar elétrons de um átomo, contribui também para sua denominação de Galáxia  "Átomos para a Paz".

Nas partes interna da galáxia, há um disco em formato de cata-vento, que gira em curso oposto do restante da galáxia.

O disco aparenta uma galáxia espiral, como a  nossa Via Láctea, mas é somente cerca de um décimo do tamanho, ou somente 10 mil anos-luz de diâmetro, em comparação de tamanho com a nossa galáxia.

 É acreditado que o aspecto giratório, é a sobra do impacto entre as duas galáxias (colisão galáctica), que possivelmente irá sumir com um tempo, ou seja, daqui alguns bilhões de anos, quando a galáxia NGC 7252, terá completado o seu processo de fusão (processo que unem duas galáxia, para formar uma única galáxia).

Na imagem abaixo, reparem no disco em forma de cata-vento (parte interna) e também nos laços, que é bem visível em toda imagem.

                                 Imagem capturada pelo Telescópio Espacial Hubble
Fonte:
http://www.nasa.gov
http://www.esa.int /texto
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Uma imagem que ficou para a história...

Em 21 de dezembro  de 1968, a Apollo 8 foi lançada para circum-navegar a Lua, com a tripulação de três astronautas americanos, Frank Borman (comandante), James Lovell (piloto do módulo de comando) e William Anders (piloto do módulo lunar), e retornaram no dia 27 de dezembro de 1968.

A missão teve várias e impressionantes realizações no voo para a órbita lunar:

- foi primeira expedição a voar usando o foguete Saturno V, e os primeiros seres humanos a deixarem a órbita terrestre.

-  foram os primeiros homens a circum-navegar a Lua, mandando imagens inéditas da superfície lunar.

- foi a primeira tripulação de uma missão Apollo, a gerar uma transmissão televisiva ao vivo do espaço; enquanto estavam na órbita lunar, na noite de Natal daquele ano.

- foram os primeiros a fotografar a Terra a partir do espaço profundo.

Conforme que o módulo de comando da Apollo 8 sobrevoava o lado oculto da Lua, os astronautas puderam contemplar o horizonte lunar e observar a Terra nascer no horizonte da Lua, em virtude ao movimento orbital da espaçonave.

William Anders, foi o astronauta que fotografou a imagem famosa do nascer da Terra, vista da órbita lunar, a  cerca de 47 anos atrás. (ver a imagem abaixo)

A imagem foi o princípio da ponderação de consciência ambientalista, apontando a fragilidade do nosso lugar no universo, e foi publicada pela Times, uma das "100 que mudaram o mundo".

Fonte:
http://apod.nasa.gov
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Uma imagem e uma nave espacial na órbita de Vênus...

No dia 05 de dezembro de 2015, o astronauta Kimiya Yui, da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA), capturou uma imagem do brilho reluzente do planeta Vênus, a partir da Estação Espacial Internacional (EEI); na parte do laboratório Kibo, da EEI, dava para se ver a estrela Spica (Espiga) da constelação de Virgem, observem na imagem embaixo, que a estrela é vista na parte superior da armação da EEI.

O interessante desse momento, é que quando o astronauta japonês fotografava Vênus, a sonda Akatsuki, da JAXA, estava se aproximando da órbita do planeta Vênus.


A sonda Akatsuki:

No dia 7 de dezembro de 2015,  às 8h51  (horário padrão do Japão), o Instituto do Espaço e Ciência Astronáutica (ISAS) da JAXA, executava o comando de propulsão do motor de controle de atitude do Vênus Climate Orbiter "Akatsuki" (sonda espacial japonesa), para a sua colocação na órbita do planeta Vênus.

A  nave espacial japonesa Akatsuki,  teve seu lançamento no dia 20 de Maio de 2010, rumo ao planeta Vênus,  para uma missão de dois anos ou mais. Seu objetivo é de mapear a superfície de Vênus com câmeras infravermelho, fazer experimentos desenhados para prognosticar a existência de raios e avaliar se há ocorrência de vulcanismo na superfície do planeta.

A sonda Akatsuki é a primeira sonda a explorar o planeta Vênus, depois de Venus Express da Agência Espacial Européia, que encerrou sua missão no ano de 2014.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://global.jaxa.jp
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Depois de décadas foi encontrado partes do S-IVB da Apollo16...

Foi localizado em solo lunar, partes (S-IVB) do foguete Saturno V, que impulsionou a nave espacial Apollo 16, no dia 16 de abril de 1972, no décimo voo tripulado do Projeto Apollo.

Desde de Apollo 13, os estágios de foguetes S-IVB (como assim é chamado), foram programados para colidir em solo lunar, após serem utilizados. Em missões anteriores da Apollo, os astronautas colocaram sismógrafos na Lua, onde foram registrado (medido) energias lançadas sobre a estrutura interna lunar, devido as colisões dos estágios dos foguetes S-IVBs, das Apollos 13, 14, 15 e 17, que foram localizados nas regiões esperadas, mas o S-IVB da Apollo 16, antes da colisão, o sistema de rádio não funcionou, e S-IBV da Apollo 16, permaneceu sem respostas, o local da colisão.

Imagens capturadas através do LROC de ângulo estreito da câmara de alta resolução a bordo do Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa, conseguiu desvendar o mistério, após décadas de incertezas.

Os estágios de foguete S-IVB da Apollo 16, foram localizados aproximadamente 30 km (19 milhas), muito além da estimativa do local  programado, para se ter uma ideia, a estimativa do local de uma colisão, como aconteceu com os outros estágios de foguete, eram de 7 km (4 milhas).

O local onde se encontra os estágios de foguete S-IVB, da Apollo 16, está no Mare Insularum (mare lunar), a cerca de 160 milhas ao sudoeste da Cratera Copernicus, que está localizada na região chamada de Oceanus Procellarum, na Lua.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://lroc.sese.asu.edu
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Alice e o gato... (frase)

“Aonde fica a saída?", Perguntou Alice ao gato que ria.

”Depende”, respondeu o gato.

”De quê?”, replicou Alice;

”Depende de para onde você quer ir...”


                                                (Alice no país das maravilhas)

Atmosfera terrestre...

É uma fina camada, composta por inúmeros gases que ficam presos pela força da gravidade e do campo magnético que circunda a Terra. Os gases são: nitrogênio (78%), oxigênio (21%) e outros gases (1%).
Essa fina camada de gases, além de lacrar o nosso planeta, também serve de proteção para o planeta e a sobrevivência de todos os seres vivos da Terra.

A atmosfera, protege o planeta da radiação eletromagnética emitida pelo Sol e de pequenos objetos soltos pelo espaço, como meteoroides.

Quanto a sobrevivência dos seres vivos, ela protege absorvendo a radiação ultravioleta solar, aquecendo a superfície por meio da retenção de calor, e diminuindo os extremos de temperatura entre o dia e a noite. Isso sem falar do oxigênio, que é o essencial para haver vida na Terra.

Então, a atmosfera é mais do que simplesmente camadas de gases ao redor do planeta, é também uma fonte de movimento de vida para todos os seres do planeta.


Existem cinco camadas que compõe a atmosfera terrestre: a troposfera, a estratosfera, a mesosfera, a termosfera, e a exosfera.

A troposfera:
É a camada mais importante, pois é nessa camada em que vivemos e respiramos. Ela vai do nível do mar até 12 km de altura e é basicamente composta pelos mesmos elementos encontrados em toda a atmosfera, que são: nitrogênio, oxigênio, gás carbônico, entre outros.
Todos os fenômenos meteorológicos ocorrem praticamente nesta camada, ou seja, acontecem todos os fenômenos que influenciam o tempo (clima).

A estratosfera:
Localiza-se acima da troposfera a cerca de 12 km de altura, e tem uma altitude a partir da superfície terrestre, em até 50 km. É mais quente por causa do ozônio que se acumula e absorve os raios ultravioletas, e é também onde se inicia a dissipação da luz solar, que dá origem ao azul do céu. As temperaturas variam de –5°C a –70°C. 

A mesosfera:
Está entre 50 e 80 km de distância da Terra, e seu início é no final da estratosfera; a temperatura é extremamente fria, que varia entre –10°C até –100°C, porque há ausência de gases ou nuvens com capacidade de absorver a energia solar.
É nesta camada que existe o fenômeno aeroluminescência (emissão de luz causada pela reação dos raios luminosos com os gases que compõem a atmosfera).

A termosfera:
Seu início é no final da mesosfera, fica a cerca de 450 km acima da Terra. É a camada que atinge altas temperaturas, devido a presença do oxigênio atômico, gás que absorve a energia solar em grande quantidade. As temperaturas na termosfera podem chegar a atingir os 1.500°C.
O limite acima da termosfera marca o início do espaço exterior e é nomeado de termopausa. De modo físico, toda a radiação solar inesperada age abaixo da termopausa.

A exosfera (parte externa da atmosfera): 
É camada mais externa da atmosfera do nosso planeta, pois da termopausa em diante está a exosfera. O espaço exterior é a partir desta camada, ou seja, é a camada que está mais distante da Terra.
Ela é constituída basicamente por gás hélio e hidrogênio,portanto a gravidade não existe, e os fragmentos que ali possam existir,  podem viajar centenas de quilômetros sem colidir um com os outros, ademais, vagam livremente e seguem cursos retilíneos, e podem passar para dentro ou para fora da magnetosfera ou região com atividade de vento solar.

A termosfera e a exosfera fazem parte da ionosfera, que é uma parte da atmosfera que vai de 50 a 1.000 km de altitude e que é ionizada (é qualquer parte de um átomo ou de molécula deslocada pela aplicação de uma energia) pela radiação solar.
A ionosfera interfere na transmissão das ondas de rádio da Terra e é responsável pelo fenômeno da aurora boreal.

 Sem a atmosfera, o planeta Terra seria tão estéril e morto como a Lua ou o planeta Mercúrio. 

Curiosidade:
Observada do espaço, a Terra aparece como uma esfera de coloração azul brilhante, esse efeito cromático é originado pela dispersão da luz solar sobre a atmosfera, e que existe também em outros planetas do Sistema Solar, detentores de atmosfera.

Fonte:
https://blogs.nasa.gov
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http://www.estudopratico.com.br
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Cometa Catalina...

Foi descoberto em 31 de outubro de 2013 pela equipe do programa de busca Catalina Sky Survey, um centro de observação do espaço na Universidade do Arizona (EUA), através do telescópio Schmidt-Cassegrain.

Quando foi descoberto, acreditava-se que se tratava de um asteroide, e recebeu o nome de US10, mas depois descobriram que era mesmo um cometa, e foi nomeado formalmente como C/2013 US10.

O cometa Catalina, foi repelido da Nuvem de Oort (uma grande concentração de cometas, que é pensado existir no limite do Sistema Solar), possivelmente por um impacto com outro objeto celeste, e em seguida foi puxado para o interior do Sistema Solar pela gravidade do sol.

O Calina está em uma jornada rumo ao nosso astro rei, a cerca de 1 milhão de anos, assim que ele der a volta ao redor do Sol, ele retornará ao espaço profundo, e nunca mais iremos vê-lo.

O cometa estará principalmente no céu do hemisfério Sul, até a metade do mês de dezembro, na ocasião em que a sua órbita estiver altamente inclinada, irá mudar para o céu do hemisfério Norte.

Apesar de não ser tão brilhante, quanto se achava inicialmente, o cometa está expelindo tanta poeira, vindo a ser um objeto extraordinário.


Entusiastas da astronomia do mundo todo, estão acompanhando o cometa ao longo dos meses, e presenciando a sua evolução.

Após sua máxima aproximação com Sol (periélio), o cometa Catalina pode ser visível a olho nu, principalmente nos dias 07 e 08 do mês de dezembro. Nesses dois dias, o cometa, poderá ser observado um pouco antes do nascer do Sol, próximo do horizonte ao leste na constelação de Virgem.

Fonte:
http://apod.nasa.gov
http://earthsky.org
http://news.nationalgeographic.com
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