quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Explosões de raios gama...

As fontes de raios gama, é chamado de Gamma Ray Bursts, em inglês (GRB), na tradução em português é erupção de raios gama, que são o extremo mais energético do espectro eletromagnético ( intervalo completo de todas as possíveis frequências da radiação eletromagnética) do universo.

A erupção de raios gama, são fortes explosões de pequena duração, que podem durar apenas alguns segundo, ou algumas horas, após as explosões, vem potentes flashes da fonte em raio x (é uma forma de radiação eletromagnética, de natureza semelhante à luz), envolvendo grande emissão de raios gama, o tipo de fóton (partícula elementar mediadora da força eletromagnética) mais energético.

A origem dessas explosões, são misteriosas, que ocorrem em qualquer lugar do céu distante, sem uma fonte real, mas é acreditado que pode haver uma relação com a morte de uma hipernovas (tipo teórico de supernovas - estrelas muito massivas), no momento em que seu núcleo colapsa e se transforma em um buraco negro, esse fenômeno é  denominado de pulsos longos.

Na Via Láctea, há uma estrela de grande massa, a Eta Carinae, em condições de explodir e emitir esses pulsos.

Fonte:
http://univesptv.cmais.com.br
https://pt.wikipedia.org

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Um velho planeta com brilho radiante...

Um velho planeta massivo, ou se preferir, um velho planeta gigante, poderia outra vez ter um brilho radiante e jovem, teoricamente.

Planetas rejuvenescidos como eles são supostamente denominados assim,com um novo estudo do Telescópio Espacial Spitzer da Nasa, reconheceu um, que é provavelmente  milhares de milhões de anos mais jovem na sua aparências do que sua verdadeira idade.

Michael Jura da UCLA, co-autor de um novo documento sobre os resultados em 10 de junho de 2015, publicado no Astrophysical Journal Letters, falou: "Quando os planetas são jovens, eles ainda brilham com luz infravermelha de sua formação", e continuou...  "mas à medida que envelhecem e mais frio, você não pode vê-los mais. Rejuvenescido planetas seriam visíveis de novo".

Anos atrás, os astrônomos previram que alguns planetas massivos parecidos com o planeta Júpiter, poderiam aglomerar massa de suas estrelas  que estão morrendo. À medida que estrelas como o Sol, envelhecem, elas se tornam gigantes vermelhas e então gradativamente perdem aproximadamente a metade ou mais de sua massa, encolhendo em esqueletos de estrelas, conhecidas como anãs brancas. 

As estrelas que estão morrendo, sopram ventos de material que poderiam cair nos planetas gigantes que podem estar em órbita nas partes mais extremas do Sistema Solar.

Sendo assim, um planeta gigante poderia ganhar massa e esquentar, por causa do atrito do material em queda. então esse velho planeta gigante, que estava apático por bilhões de anos, outra vez teria infravermelho com um brilho radiante e quente.

O novo estudo descreve uma estrela morta,(anã branca), denominada PG 0010+280. Um estudante de graduação no projeto, Blake Pantoja, então na UCLA , encontrou inesperadamente uma luz infravermelha ao redor dessa estrela, enquanto procuravam dados do satélite Wide-field Infrared Survey Explorer, ou WISE, da Nasa. Anteriormente (ano de 2006), em pesquisas já realizadas sobre a estrela, pelo Spitzer, revelaram que já havia um excesso de luz infravermelha.

Na primeira vez os especialistas, chegaram a acreditar, que a luz extra de infravermelho, vinha provavelmente de um disco de material ao redor da anã branca.

Nos últimos dez anos, mais e mais discos ao redor dessas estrelas mortas, foram detectados, e até agora já foram encontrados por volta de 40 discos. 

É pensado que os discos tenham se formados quando asteroides passaram muito próximo da anã branca, se quebraram devido à intensa força das matérias duras e gravitacional da estrela anã.

Outras evidências para as anãs brancas rompendo asteroides, veem de observações de elementos nas anãs brancas. Anãs brancas deveriam conter somente hidrogênio e hélio em suas atmosferas, mas os especialistas, acharam sinais de elementos mais pesados: oxigênio, magnésio, sílica e ferro, com aproximadamente de 100 sistemas até agora. É pensado que os elementos são derivados dos asteroides, que quando quebrados, poluíram a atmosfera das anãs brancas.

Mas os dados do Spitzer para a anã branca PG 0010+280, não se adéquam com os modelos de discos de asteroides, levando os especialistas, olharem para outras possibilidades. Talvez, a luz infravermelha é originária de uma outra estrela companheira, conhecida como estrela que falhou, é uma anã marrom, o mais surpreendente de um planeta rejuvenescido.

No futuro, o Telescópio Espacial James Webb da Nasa, poderá ajudar a distinguir entre o brilho do disco ou o brilho de um planeta ao redor de uma estrela morta, resolvendo todo esse mistério. Mas, por agora, à procura por planetas rejuvenescidos, é da mesma forma que à procura da humanidade pela fonte da juventude, e assim continua.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://www.spitzer.caltech.edu

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Nasa acredita que o planeta Marte pode ter água em forma líquida...

Hoje em uma entrevista coletiva, a Nasa (Agência Espacial Norte Americana), relatou que há evidências que o planeta Marte, possa ter água na forma líquida em sua superfície.

A sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) da Nasa, estava com um espectrômetro de imagem, onde os cientistas perceberam que há registros de minerais hidratados nas encostas onde estrias misteriosas são avistadas no planeta.

Essas estrias escuras aparentam ser marcas que ao longo do tempo ficaram registradas com o fluxo e refluxo de água corrente hipoteticamente salgada, que no calor flui para baixo nas encostas íngremes e no frio desaparecem.

As estrias aparecem em vários locais do planeta vermelho, quando a temperatura estão acima de menos 23 graus Celsius, e quando está mais frio, elas somem.

"Nossa missão em Marte tem sido a de 'seguir a água', em nossa busca por vida no universo, e agora temos a ciência de forma convincente que valida o que temos suspeitado por muito tempo", falou John Grunsfeld, chefe da equipe científica da Nasa, continuou... "Este é um desenvolvimento significativo, como ele aparece para confirmar que a água, embora salgada, está fluindo hoje sobre a superfície de Marte".

Marte, em relação a distância com o Sol, é excessivamente gelado para conseguir manter água na forma líquida em sua superfície, mas sais no solo podem diminuir seu ponto de congelamento, permitindo a formação de estrias de água bem salgada.

Uma vida microbiana (que conhecemos)  não seria capaz de se manter viva nessas estrias líquida, onda a temperatura é de -70ºC.

Os cientistas ainda não sabem de onde poderia vir a água, mas o estudo levanta possibilidades, ainda não comprovadas, de que ela venha de aquíferos salgados, se condense a partir da fina atmosfera marciana, ou mesmo de uma combinação de ambos os fatores, em diferentes partes do planeta.

O pesquisador Alfred McEwen, membro da equipe de pesquisadores do MRO e professor de geologia planetária na Universidade do Arizona (EUA), afirma que ainda não foi encontrada "água parada" no planeta, mas, sim, camadas finas de solo molhado. "Essa água é mais salgada do que a dos oceanos da Terra", afirmou.

Três espaçonaves devem ir a Marte nos próximos três anos. Uma delas é o veículo ExoMars, da agência espacial europeia (ESA), que vai perfurar a superfície do planeta para buscar vestígios de vida.

Segundo John Grunsfeld, Marte já foi um planeta "muito parecido com a Terra, com mares salgados e mornos e lagos de água fresca"... "mas algo aconteceu com Marte, que perdeu sua água. Será que já houve vida no planeta e podemos descobrir isso?".

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://www.bbc.com
http://g1.globo.com
https://translate.google.com.br

Eclipse Lunar Total com Superlua...

Aconteceu ontem, dia 27 de setembro de 2015, agora essa conjunção astronômica, só irá se repetir em 2033.

                                                    Então curta essa imagem!

domingo, 27 de setembro de 2015

Céu nublado e ainda não dá para ver a Lua...

Infelizmente até agora o céu está nublado, vamos ver se as nuvens cooperam, e eu consiga postar o Eclipse Total Lunar em conjunção com a Superlua.

Olhe as imagens, e dê uma olha de como o céu está!



Achada galeria antiga durante obras de saneamento...

A cidade de Laguna, é um dos municípios mais antigos do seu estado, ela tem 339 anos, está localizada no Litoral Sul, no estado de Santa Catarina (Brasil).

Obras de saneamentos estão sendo feitas na cidade, e no decorrer das escavações, os trabalhadores encontraram um galeria, que os especialistas estão convencidos de ser do século XIX.

O trabalho está sendo monitorado por arqueólogos, segundo os especialistas, a galeria deve ter de 500 a 800 metros, possui uma parede de pedras. que deixou eles surpresos. Conseguiram encontrar mais três estruturas, onde tiveram certeza que essa galeria antiga, servia para canalizar a água excedente da Fonte da Carioca até o porto mais antigo da cidade. 

A água da Fonte Carioca, foi canalizada para prédios públicos e para um chafariz que ficava ao lado do Mercado Público da cidade durante muitos anos.
 
Segundo estudiosos, a água que vem da fonte, ainda corre por essa galeria antiga, não é tão cristalina, como era antigamente.

“Tem que ter todo um cuidado na hora de se fazer um projeto, uma obra de restauração ou de requalificação urbana, porque é uma cidade com mais de 300 anos”, diz Ana Paula Cittadin, chefe do escritório do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para o G1 notícias.

O projeto de saneamento vai continuar, mas será adequado, devido esse achado.


Curiosidade da cidade de Laguna:

Laguna também é conhecida por ser a terra natal de Anita Garibaldi. Em 12 de janeiro de 1840, Anita participou da Batalha de Curitibanos, na qual é feita prisioneira; posteriormente Anita consegue fugir. 

Durante a batalha, Anita provia o abastecimento de munições aos soldados.

Considerada, no Brasil e na Itália, um exemplo de dedicação e coragem, Anita foi homenageada pelos brasileiros com a designação de dois municípios, ambos no estado de Santa Catarina: Anita Garibaldi e Anitápolis. 

Muitas cidades brasileiras possuem também ruas e avenidas com seu nome, como a avenida Anita Garibaldi, em Salvador, Bahia. 

No mês de abril de 2012,  foi sancionada a Lei 12.615, que determinou que seu nome fosse inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, depositado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília, capital do Brasil.

Fonte:
http://g1.globo.com
https://pt.wikipedia.org

Se prepara porque é hoje!!!...

O eclipse total da Lua ocorrerá conjuntamente com uma superlua, a conjunção astronômica é rara e será visível a olho nu.

Esse evento é muito raro, e apenas que aconteceu cinco vezes em mais de 100 anos. O último foi no ano de 1982, e só voltará a se repetir em 2033.


Início do eclipse total: 21h12 (horário de Brasília)
Eclipse total máximo: após 23h47 (horário de Brasilia)
Fim: 02h22, na madrugada dia 28 de setembro de 2015.

Nuvens Lenticulares...

É um fenômeno natural, também conhecido por "nuvens em onda", e seu nome científico é altocumulus lenticulares estacionária.

As nuvens lenticulares, podem surgir sozinhas ou até mesmo em camada; elas tem a tendência de se formarem em pontos de grande altitude (de 2 km a 7 km), quando os ventos fortes são bloqueados por grandes formações geográficas.

O bloqueio desse fluxo de ar cria um padrão de vento em onda na atmosfera, ou no lado pelo qual o vento desce pela montanha.

No cume dessas ondas, se dá a condensação de um ar úmido nas altas altitudes, então ocorre esse fenômeno, que é a formação da nuvem, mas conforme o ar se move para o vale da onda, a água se evapora novamente, ficando para trás nuvens com as formas lenticulares típicas.

Devido sua formação em picos elevados, pilotos de avião evitam voos próximos as nuvens lenticulares, pois causa muito turbulências. Agora os pilotos de planadores, procuram por elas propositadamente, devido a condensação de ar, que desse tipo é normalmente muito forte e suave, permitindo aos planadores subirem a grandes altitudes e cobrirem maiores distâncias.

As nuvens lenticulares já foram confundidas com OVNIs, e também como um esconderijo de OVNIs, pois sua aparência tem um formato de disco.


Leia no Blog ZM. a respeito de nuvens:

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://greensavers.sapo.pt

Nasa irá informar uma descoberta importante sobre Marte...

A Nasa (Agência Espacial Norte Americana), na segunda feira, dia 28 de setembro de 2015, fará uma coletiva com a imprensa, às 11h30' am,  na capital Washington (EUA), na própria sede da Agência, onde irá detalhar uma importante descoberta científica de exploração em curso no planeta Marte

Os especialista do mundo todo, esperam pela notícia ansiosos, pois tudo indica que a Nasa irá anunciar a existência de micróbios extraterrestres, que vivem abaixo da superfície, e que podem ser a causa de uma neblina de metano em torno do planeta.

Como no planeta Marte há possíveis vestígios de água e poeira de gelo, isso leva a crer, que pode haver alguma forma de vida extraterrestre no planeta vermelho.

Participantes da coletiva:

Jim Green, diretor de ciência planetária na sede da NASA

Michael Meyer, cientista-chefe do Programa de Exploração de Marte na sede da NASA

Lujendra Ojha do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta (EUA)

Mary Beth Wilhelm do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Moffett Field, na Califórnia (EUA) e do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta (EUA)

Alfred McEwen, principal pesquisador do Experimento alta Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) da Universidade do Arizona, em Tucson (EUA).

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://www.dailytech.com

sábado, 26 de setembro de 2015

O teletransporte está cada vez mais em evolução...

O teletransporte ou teleporte é o processo de moção de objetos de um lugar para outro, em curto intervalo de tempo, sem que se deslocam através do espaço.

O teletransporte quântico envolve o movimento de pequenos bits de dados de um lugar para outro instantaneamente, através de um fenômeno conhecido como emaranhamento quântico, é quando duas partículas ligadas agem como gêmeas, mesmo depois de separadas, significa que a informação pode ser instantaneamente passada de uma para outra sem toque.

Em 1998, um grupo de cientistas europeus e os físicos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech. sigla em inglês), tiveram sucesso em transportar um fóton, uma partícula de energia que carrega luz. Os físicos utilizaram um fenômeno conhecido como entrelaçamento. No entrelaçamento, pelo menos três fótons são necessários para realizar o teletransporte quântico. 

Teletransporte quântico depende de capturar os detalhes fundamentais de um objeto, seus "estados quânticos" (pode ser descrito por um vetor de estado, por uma função de onda ou por um conjunto completo de números quânticos para um dado sistema), e transmitir instantaneamente essa informação de uma área para outra área, recriando o objeto ou outra coisa, exatamente como é.

Em 4 de outubro de 2006, no Instituto Niels Bohr, em Copenhagen (Dinamarca), onde o Dr Eugene Polzik e sua equipe teletransportaram informações armazenadas em um raio laser, em uma nuvem de átomos.

Segundo o cientista Eugene Polzik, "é um passo adiante, pois pela primeira vez envolveu o teletransporte entre luz e matéria, dois objetos distintos. Um é o portador da informação e o outro é o meio de armazenamento", a informação foi teletransportada por 0,5m.
No ano de 2014, uma equipe de cientistas da Universidade de Genebra conseguiu teletransportar o estado quântico de um fóton para um cristal ao longo de 25 km de fibra óptica, mostrando que a informação pode ser teletransportada da luz para a matéria.

Nesse mês de setembro 2015, cientistas conseguiram teletransportaram fótons (pacotes de luz) através de uma bobina de fibra óptica de aproximadamente 101 km (63 milhas) de comprimento.

O pesquisador de óptica quântica no NIST, em Boulder, no estado do Colorado (EUA), e co-autor da pesquisa Martin Stevens, disse em um comunicado oficial, "Nós nunca poderíamos ter feito isso sem a experiência destes novos detectores, que podem medir este sinal incrivelmente fraco."

O pesquisador Martin Stevens, também disse, "o teletransporte quântico poderia permitir o desenvolvimento de uma "Internet quantum" que permite que mensagens sejam enviadas de forma mais segura".

Quem sabe em um futuro:

Para uma pessoa ser teletransportada com é na série Jornada nas Estrelas (Star Trek), ainda vai haver um longo caminho a ser percorrido.

Se uma máquina de teletransporte fosse criada, ela teria que analisar e identificar mais de um trilhão de átomos de uma pessoa.

A máquina enviaria os dados com todas as informações dessa pessoa para o local onde seria o deslocamento, para que fosse feita a reconstrução de forma perfeita, sem que nenhuma molécula poderia estar fora do lugar, nem 1 mm que seja, pois isso acarretaria problemas neurológicos e fisiológicos.

A pessoa em si, não seria transportada, o que realmente aconteceria, é como se fosse um mecanismo parecido com um fax. Seria uma réplica da pessoas que surgiria no local determinado.

Uma teoria insinua que o teletransporte, deve ser uma clonagem biodigital (combinar clonagem genética com digitalização).

Quem fosse ser teletransportado, não sobreviveria, ou seja, morreria, seu corpo e mente deixariam de existir e toda a sua estrutura atômica seria copiada para outra localidade e a digitalização recriaria todas as memórias, emoções e sentimentos do teletransportado. Assim, ele ainda iria existir, mas em um novo corpo, com a mesma estrutura atômica do corpo original e programado com as mesmas informações.

Fonte:
http://www.nbcnews.com
http://www.fisica.net
http://g1.globo.com
https://pt.wikipedia.org

Tipos de crepúsculos...

Definição de crepúsculo:

É um fenômeno da natureza que consiste na parte do dia em que o Sol se põe (anoitecer) ou nasce (amanhecer), se preferir para facilitar, pode dizer, "Crepúsculo", para o caso do anoitecer e "Alvorada" para o amanhecer.

Explicação:

São os momentos em que se vê o céu próximo ao horizonte no anoitecer ou amanhecer, a cor assume um aspecto gradiente, entre o breu da noite e o azul do dia. 

Esse fenômeno ocorre habitualmente no momento em que o nosso astro rei, se põe ou nasce, esse evento também é denominado de lusco-fusco, encontra-se logo abaixo da linha do horizonte marítimo, mas em determinadas localidades, como em regiões montanhosas, pode acontecer antes do pôr-do-sol ou depois do nascer do Sol, e é neste instante, em que os navegadores se certificam da sua posição calculada, estabelecendo um paralelo entre o início previsto em graus, com a observação do horizonte em relação ao Sol.

Existem três tipos de crepúsculos: crepúsculo civil, crepúsculo náutico e o crepúsculo astronômico.

Crepúsculo civil:

Quando se tem a noção do momento que irá precisar ou não de luz artificial.

Vespertino; inicia quando o Sol está à uma altura de menos seis graus (-6º) em relação ao horizonte (seis graus (6º) abaixo da linha do horizonte) e termina quando o Sol aparece.

Matutino; inicia com o pôr do Sol, no final de tarde e acaba quando o Sol está à uma altura de menos seis graus (-6º) em relação à linha do horizonte (seis graus (6º) abaixo da linha do horizonte).

Podem ser avistadas com certa facilidade, as estrelas de primeira magnitude e também podem se avistados os planetas que possam estar sobre o horizonte.

Tem por característica, o intervalo habitual em que com o Sol está abaixo da linha do horizonte, as cidades ainda não necessitam de iluminação artificial.

Crepúsculo náutico:

Inicia quando o centro do disco solar está doze graus (12º) abaixo da linha do horizonte e termina quando o Sol aparece.

Vespertino; tem início também com o pôr do Sol (como o crepúsculo civil) e termina quando o Sol está à uma altura de menos doze graus (12º) em relação ao horizonte.

Matutino; inicia quando o centro do disco solar está doze graus (12º) abaixo da linha do horizonte e termina quando o Sol aparece. Quando a posição do Sol está entre a linha do horizonte e os doze graus negativos (-12º) (doze graus (12º) abaixo da linha do horizonte). 

Podem ser vistas as estrelas náuticas de primeira e de segunda magnitude; durante o crepúsculo náutico, e também podem ser visualizadas as principais constelações.

Em um passado não muito distante, eram usados pelos marinheiros, para determinar a posição de uma embarcação, medindo a altura das estrelas com um sextante (instrumento elaborado para medir a distância angular na vertical entre um astro e a linha do horizonte, servia para corrigir erros).

Crepúsculo astronômico:

É o que faz maior distinção entre os períodos de luz e de breu total (noite).

Vespertino; inicia no pôr do Sol e termina quando o centro do disco solar passa dos dezoito graus negativos (-18º).

Matutino; tem início com o Sol dezoito graus (18º) abaixo da linha do horizonte e termina quando o Sol aparece. Com o Sol abaixo dos dezoito graus (18º) em relação à linha do horizonte, pode ser feita qualquer observação astronômica sem que a luz do Sol interfira. 

As estrelas de até sexta magnitude, podem ser avistadas a olho nu.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
https://www.mar.mil.br

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Meteorito Angra dos Reis...

Em 20 de janeiro de 1869, na baía da Ilha Grande, da cidade Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro (Brasil), caiu um meteorito do tipo angrito, que é considerado muito raro, pois esse foi o primeiro desse tipo a ser encontrado.

Este meteorito (angrito), é um dos mais desejados entre pesquisadores e colecionadores, pois até no presente momento, apenas 20 meteoritos como este, foram achados no mundo.

O meteorito ou angrito, que caiu a quase 150 anos, foi denominado Meteorito Angra dos Reis, tudo indica que esse meteorito tinha três partes, sendo que uma está no Museu Nacional, e essa parte pesa 70 gramas da pedra, com três centímetros de diâmetro, tem uma cor de violeta bem escuro e com uma camada espessa de mistura brilhante e ouriçada.

A segunda está na família do Dr. Joaquim Carlos Travassos, médico da cidade, que na época foi quem encontrou as duas partes, após avistar a queda nas águas do mar, ele pediu para os seus escravos para mergulharem e pegarem. Após isso, o Dr. Travassos, doou uma parte para o juiz de paz, Dr. Ermelino Leão (Que doou para o Museu Nacional) e a outra parte ficou na sua família.

Devido as partes se encaixarem, ficou claro que há uma terceira, mas não chegou a ser localizadas e nunca, até pelo que se sabe, não foi ainda resgatada.

No ano de 1997, um comerciante de meteorito, furtou a parte que está no Museu Nacional, mas antes dele embarcar para os Estados Unidos, ele foi detido no aeroporto.

Este é um dos 10 meteoritos mais caros e desejados do mundo, um grama do material está avaliado em 10 mil dólares.

Fonte:
http://www.revistahcsm.coc.fiocruz.br
https://pt.wikipedia.org
http://www.museunacional.ufrj.br

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Nasa desmente rumores sobre asteroide...

A Nasa mais uma vez nega e desmente os rumores de diversos sites, blogs e postagens na web, que afirmavam que um asteroide iria, ou vai colidir com a Terra, entre os dias 15 e 28 de setembro de 2015,  causando uma catástrofe avassaladora nessas partes do planeta:  Costas Atlântico e do Golfo do México e Estados Unidos, assim com América Central e América do Sul.

"Não há base científica, e não há um traço de evidência, de que um asteroide ou qualquer outro objeto celeste terá impacto sobre a Terra nessas datas", falou Paul Chodas, gerente do escritório de objeto próximo à Terra da Nasa, no Laboratório de Propulsão a Jato em Pasadena , na Califórnia (EUA).


Leia no Blog ZM. :

http://postagenszm.blogspot.com.br/2015/06/colisao-de-asteroide-com-terra-em.html

http://postagenszm.blogspot.com.br/2015/08/a-terra-vai-continuar-como-e-em-setembro.html

A Nasa faz uma identificação muito precisa, ela tem alta prioridade em detectar qualquer objeto que possa atingir o nosso planeta.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://postagenszm.blogspot.com.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Três buracos coronais...

O Solar Dynamics Observatory (SDO), observou no nosso astro rei, na semana entre os dias 08 e 10 de setembro de 2015, três buracos coronais.

Buracos coronais, são espaços onde as linhas do campo magnético do Sol, se estendem para fora no espaço e não retornam a nossa estrela maior. assim dá origem o que é denominado campo magnético aberto, que é uma fonte de partículas solares transmitidas de fora do Sol, conhecido como vento solar.

Esse fenômeno é um pouco raro, mas não é impossível ter três buracos coronais ao mesmo tempo.

Os buracos coronais, surgem como espaços escuros na luz ultravioleta extrema, porque há menos material no buraco para dar luz nestes comprimentos de onda. 

Esta imagem foi tomada em comprimentos de onda de 211 angstroms, que denota caracteristicamente o colorizado no roxo.

Fonte:
http://www.nasa.gov

terça-feira, 22 de setembro de 2015

NGC 1333...

NGC 1333, é um conjunto de estrela preenchida com muitas estrelas jovens que tem a idade inferior a 2 milhões de anos.

Esse conjunto de estrelas, é uma nebulosa de reflexão, que fica localizada rumo à constelação de Perseus. NGC 1333 foi descoberta no ano de 1855, pelo astrônomo alemão Eduard Schönfeld.

As nebulosas de reflexão são nuvens de poeira que simplesmente refletem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas.

Na imagem, constituída por um conjunto estelar, e ajustada com o raios-x do Observatório de Raios-X Chandra, da Nasa (rosa), os dados dos infravermelhos do Telescópio Espacial Spitzer da Nasa (vermelho), com as informações ópticas do Digitized Sky Survey e também o Observatório Nacional Optical Astronomy Mayall com telescópios de 4 metros em Kitt Peak, perto de Tucson, Arizona (EUA) (vermelho, verde, azul).

As informações colhidas pelo raio-x Chandra, mostraram, 95 estrelas jovens brilhantes, são 41 estrelas a mais, porque anteriormente observado pelo Telescópio Espacial Spitzer, não pôde ser avistado devido a falta de emissão de infravermelho de um disco circundante.



Fonte:
http://www.jpl.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Uma missão e a beleza de uma imagem...

O astronauta americano Scott Kelly e o cosmonauta russo Mikhail Kornienko, no dia 15 de setembro de 2015, fizeram um ano bordo da Estação Espacial Internacional (EEI), é um marco, pois é o ponto central da missão de um ano a bordo da EEI.

A missão de um ano, é um estudo feito por cientistas habilitados, para saber como o corpo humano reage e se adéqua, em um extenso tempo de voo espacial.

Futuras missões ao Sistema Solar mais profundo, e também a Marte, tendo a bordo seres humanos, é imprescindível para a Nasa, ter estes tipos de informações que o estudo pode revelar.

"Acho que o legado desta missão será baseado na ciência de ter-nos no espaço por um ano", disse Scott Kelly, em uma entrevista recente, e continuou... "grandes dados foram coletados, do que aprendemos sobre estar no espaço por tanto tempo e como isso vai ajudar a nossa viagem a Marte algum dia."

*O tempo médio de uma expedição na Estação Espacial Internacional, são de seis meses.


Em 17 de setembro de 2015, Scott Kelly, capturou uma imagem dos Estado Unidos, a partir da Estação Espacial Internacional, e postou em sua página no Twitter, com os seguinte dizeres:

Em inglês: "Clear skies over much of the USA today. #GoodMorning from @Space_Station! #YearInSpace."

Em português: "Poucas nuvens sobre grande parte do EUA hoje. #Bom Dia a partir @Estação_Espacial! #AnoNaEstaçãoEspacial".

Fonte:
http://www.nasa.gov

domingo, 20 de setembro de 2015

O novo foguete da China, decolou...

A China lançou seu novo foguete, denominado de Longa Marcha 6, que decolou neste domingo às 7h01, horário local (20h01 do sábado, horário de Brasília) levando a bordo 20 "micro satélites", seu lançamento foi no Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na província de Shanxi, na China, informou a a agência oficial "Xinhua".

Esses "micro satélites" têm como missão realizar experimentos de tecnologia e novos produtos. E segundo a imprensa oficial, este foguete, será usado especialmente para colocar satélites em órbita.

Este novo tipo de foguete, tem 29,3 metros de altura, e seu combustível é mistura inócua, a base de oxigênio líquido e querosene, que diminui drasticamente a poluição e a toxicidade dos gases emitidos, de acordo com a explicação da Corporação Chinesa de Tecnologia Aeroespacial, que tem a responsabilidade pelo projeto.

Longa Marcha 6, foi anunciado pelo governo chinês, em 2011, onde informaram que a capacidade de carga seria de uma tonelada e poderia entrar em órbita à uma distância máxima de 700 km.

Este novo modelo é o último tipo de foguetes dessa linha, sendo que o primeiro exemplar foi lançado ao espaço no ano de 1970.

Pequim tem um orçamento de bilhões de dólares para o programa espacial. E possui projetos como: enviar uma sonda ao planeta Marte, por volta do ano 2020, uma estação orbital permanente até 2022 e o envio de um homem à Lua depois de 2025.

Fonte:
https://br.noticias.yahoo.com
http://noticias.terra.com.br

Cinturão de asteroides...

Em uma localidade do Sistema Solar, abriga um conjunto de aproximadamente 150.000 km de fragmentos rochosos que giram em torno do Sol, entre as órbitas de Marte e Júpiter, que recebe o nome de a cintura de asteroides, cinturão de asteroides ou ainda cintura interna de asteroides.

Teorias na formação:

Uma diz que o cinturão de asteroide se originou a partir da colisão de objetos rochosos maiores, se quebraram em muitos fragmentos de diversos tamanhos, isso provavelmente aconteceu na época de formação do Sistema Solar, esses fragmentos continuam colidindo entre si enquanto ainda estão no cinturão. 

A outra fala que o cinturão de asteroide teve sua a sua origem das sobras de matérias na formação dos planetas.

Formação de planeta:

Todos os planetas se originaram a partir de cinturões como esse do Sistema Solar, o nosso planeta há 4,6 bilhões de anos também foi formado por fragmentos de asteroides de diversos tamanhos que vagavam em uma faixa, como é o cinturão de asteroide conhecido hoje em dia, mas o diferencial é que esses fragmentos se uniram devido a atração da gravidade que eles possuíam, e essa união de fragmentos formou a Terra.

Por que não se tornam um planeta ?

No cinturão de asteroide, os fragmentos se diversificam em tamanhos e formatos irregulares, não possuem força de gravidade suficiente para se unirem, e então, devido a poderosa gravidade de Júpiter, eles são impedidos de se unirem e se tornarem um outro planeta. Explicando melhor: os fragmentos ficam em uma faixa (conhecida também como cintura principal) entre o Sol e o planeta Júpiter, que é o maior planeta no nosso Sistema Solar, e quanto maior e mais massa tem um corpo, mais atração de gravidade ele vai possuir, então a gravidade do Sol, puxa eles para um lado e a gravidade de Júpiter, puxa eles para o outro lado, então isso impede deles se unirem e formar um planeta.

E se pudessem se unirem?

Se os fragmentos não fossem "atrapalhados" pela gravidade do Sol e de Júpiter, e eles tivessem força gravitacional suficiente, eles se uniriam e dariam uma formação a um novo planeta que teria aproximadamente 1/3 do tamanho da nossa Lua, e alguns asteroides, seguiriam uma jornada para fora do cinturão, rumo as órbitas dos planetas.


Quando um asteroide é capturado pela atração gravitacional de um planeta, o asteroide pode ser puxado para fora do cinturão e pode entrar em órbita como uma lua ao redor do planeta que o puxou. Um exemplo, são as luas que orbitam Júpiter. Os asteroides também podem colidir com o planeta, quando atraídos pela gravidade.

Fonte:
http://heasarc.gsfc.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org

sábado, 19 de setembro de 2015

Um extraterrestre Sobrevivente...

O Sr. Domingos Segunda Feira, é um paranaense que escreveu um livro a respeito de sua amizade com extraterrestre por 9 anos aqui no nosso planeta.

No livro “Roswell – Um Sobrevivente”, o autor relata que o conheceu no ano de 1991, na cidade de Colombo, na região metropolitana de Curitiba (Brasil), onde foram vizinhos e amigos até no dia da morte do extraterrestre que foi no ano de 2000.


Segundo o Sr. Domingos, o extraterrestre veio parar na Terra devido uma pane na nave quando estava na atmosfera terrestre, e outra raça de extraterrestre inimiga, tentou atacá-los, como eles não tinham nenhuma arma de proteção, decidiram destruir a nave mãe e se dividiram embarcando em duas naves reservas e desceram para a superfície da Terra, onde uma foi para Rowell, e a outra teve seu pouso no nas águas do Rio Grande do Sul. A nave afundo no oceano juntamento com o outro extraterrestre que estava abordo.

Com esse acontecimento sobrou só o extraterrestre que foi amigo do autor, que foi encontrado por um homem e seu filho, que o adotaram, tendo-o como um estrangeiro vítima de algum naufrágio nos tempos de pós-guerra, pois sua aparência era como a do ser humano.

Ele recebeu o nome de Francisco, mas era mais conhecido por Chico Boava, após alguns anos, ele mudou-se para região metropolitana de Curitiba, onde as pessoas o conheciam como curandeiro, porque fazia tratamentos em pessoas doentes por meios alternativos.

Além da amizade entre os dois, o livro também retrata tecnologias que Chico Boava garantiu que os humanos vão dominar em breve. Entre as tecnologias, uma delas é a chamada luz sólida, com a qual é possível elevar objetos e devolvê-los ao solo.

“Ele me ensinou espiritualismo, magia, muitas coisas incomuns. A gente estava sempre se encontrando” palavras do autor em uma entrevista para o site do G1.

O livro “Roswell – Um Sobrevivente”,  é vendido pela internet no valor de R$39,00 cada.
                           
                                        http://www.sobreviventeroswell.com/o-livro

Fonte:
http://g1.globo.com
http://www.sobreviventeroswell.com

Obs: Tentei entrar em contato com o Sr. Domingos Segunda Feira, mas não obtive sucesso, então estou publicando essa matéria. Se houver algum problema, essa matéria será retirada, imediatamente.

As nuvens iridescentes...



É evento, que não é tão raro, acontece quando a luz ladeia um impedimento, melhor dizendo, é quando em uma nuvem, os cristais de gelo e as gotículas de água desviaram o caminho da luz, e acaba se separando em cores, esse tipo de fenômeno chama-se difração.


Quando uma tempestade estar por vir, é comum acontecer o fenômeno das nuvens iridescentes, pois esse evento precede a tempestade.



É "considerado" uma espécie de arco-íris de fogo, mas que na real, não é bem um arco-íris, mas é resultado parecido, chamado por “arco circunhorizontal”, fenômeno em que a luz é conduzida de um meio para outro diferente, ou seja, a causa é a refração dos raios de sol nos cristais de gelo que formam uma nuvem tipo cirrus.





Em nuvens Cirrostratos (nuvens semelhantes, com um véu transparente, que dão ao céu uma aparência leitosa), os cristais de gelo são um pouco maiores e temos um fenômeno de difração, é um pouco diferente, que são os halos (a luz é refletida e refratada pelos cristais de gelo e pode dividir-se em cores por causa da dispersão, semelhante ao arco-íris).







Halos, são fenômenos, que normalmente ocorrem quando as nuvens estão próximas do disco solar, e é mais fácil de ser observado quando o disco solar está oculto.






As nuvens iridescentes não são um tipo especial de nuvens, como as nuvens mesosféricas polares (ou nuvens noctilucentes),que são 
nuvens da noite, ou seja, nuvens com brilho noturno. Elas se formam tão alto, que continuam a receber a luz do Sol, mesmo depois do entardecer.

Aurora por Scott Kelly...

O astronauta americano Scott Kelly, postou em sua página no Twitter, a imagem de uma aurora, que foi registrada da Estação Espacial Internacional, em 15 de agosto de 2015.

Ele escreveu:

“Another pass through #Aurora. The sun is very active today, apparently. #YearInSpace”, (em Inglês).

 "Outra passagem através #Aurora. O sol é muito ativo hoje, aparentemente. #YearInSpace ",(em português).


Em 15 de setembro de 2015, o astronauta americano, chegou na metade de sua missão na Estação Espacial Internacional, ele já completou 2.736 órbitas ao redor do mundo, e uma jornada de aproximadamente 116 milhões/km (72 milhões/milhas).

Quando astronauta americano, completar toda sua missão, ele terá feito uma circunavegação do globo de 5.472 vezes.

Fonte:
http://blogs.nasa.gov

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Um "quase" pôr do sol na imagem de Plutão...

A New Horizons da Nasa, no dia 14 de julho de 2015, fez a sua maior aproximação no planeta Plutão, após ter passado 15 minutos desse acontecimento, a sonda mirou para trás rumo ao Sol, e registrou um panorama de um "quase" pôr do sol. 

Olhe a imagem e acompanha: 

As montanhas ásperas e geladas, e planícies de gelo, que se alongam até o horizonte do planeta anão.

A amplitude delicada  da  planície gelada,é conhecida  informalmente de  Sputnik Planum             (à direita), é cercada a oeste (esquerda) pelas montanhas íngremes de até 3.500 metros (11.000 pés) de altura, incluindo Norgay Montes (nome informal) em primeiro plano e Hillary Montes no horizonte. 

Um terreno acidentado é cortado por aparentes geleiras, a leste do Sputnik (à direita)

O que estão sobressaindo a luz de fundo, são aproximadamente  doze camadas de neblina  na delicada atmosfera, distendidas de Plutão.

A New Horizons, fez a captura de imagem, à uma distância de 18.000 km  (11.000 milhas) de Plutão; a panorâmica registrada, é de 1.250 km de largura.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Importância dos estudos das crateras...

A superfície da Lua, possui uma imensa quantidade de crateras de impactos, ao longo dos anos, e ainda são formadas até nos dias de hoje.

Um primeiro olhar para as crateras de impactos, elas parecem iguais, mas não é bem assim, pois cada cratera tem sua identidade, e com o passar dos anos geológicos, elas vão mudar suas formas.

Estudos realizados por cientistas de comparação das crateras, ajudam a entender a evolução da superfície com o passar do tempo.

Quando as formas das crateras são investigadas, pode haver uma possibilidade de saber matematicamente, a sua degradação com o tempo. As vezes o empenho feitos pelos cientistas, conseguem ter um parecer da idade de uma cratera, fundamentado unicamente em sua topografia.

Em diversos estudos anteriores, a medida de uma cratera, erasomente da sua profundidade e diâmetro, para descrever a sua forma, sem detalhar a reais diferenças que há entre as crateras.

Um exemplo de comparação, são as crateras lunares, Tycho e a Linné, elas tem suas formas bem diferentes; imagens do LROC (Lunar Reconnaissance Orbiter, em inglês), Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO, em português), e perfis de elevação (valores de elevação ao longo de uma linha que passa pela cratera) salientam as diferenças em suas formas.

A Tycho, é uma cratera maior. com pico central e mais áspera, enquanto a cratera Linné, é completamente simétrica e não tem pico central.


A Alta resolução de dados topográficos, tornam possível comparar formas em finas escamas. Em particular, LROC NAC (câmera ângulo estreito) e mapas topográficos (conhecidos como modelos digitais de terreno, ou DTMs), são os melhores disponíveis conjuntos de dados para avaliar as formas das crateras lunares.
Quanto mais os modelos digitais de terreno se tornam disponíveis, mais crateras podem ser comparadas.

Fonte:
http://lunar.gsfc.nasa.gov
http://lroc.sese.asu.edu
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A Morte do Cometa ISON...

O nome oficial era C/2012 S1, foi um cometa rasante (é um cometa que passa muito próximo do Sol), que foi descoberto pelos astrônomos Vitali Nevski de Vitebsk, Bielorrússia e Artyom Novichonok de Kondopoga, Rússia, em 21 de setembro de 2012, através de um telescópio refletor do observatório da ISON (International Scientific Optical Network), localizado em Kislovodsk na Rússia, os astrônomos encontraram o cometa ISON.

No momento em que o cometa C/2012 S1, foi achado, o brilho não era suficiente para ser visto a olho nu, mas através de grandes telescópios, ele era avistado e até fotografado.

Por ter sido um cometa rasante, ele iria poder ser visto, a medida que se aproximasse do Sol, as previsões era que nos meses de outubro e novembro de 2013, seria possível ser observado a olho nu, e permanecendo assim até janeiro de 2014.

Em 27 de novembro de 2013, às 16h25', horas antes de ter a máxima aproximação do Sol (periélio), o cometa ISON, começou a perder o seu brilho muito rápido.

Após sua máxima aproximação do Sol, no dia 28 de novembro de 2013, não era possível detectar nada do cometa que tinha aproximadamente 5,5 milhões de anos, assim foi declarado extinto.  

Porém a Nasa, em 29 de novembro de 2013, escreveu em seu site que foi observado um risco brilhante de material se afastando do sol, mas não saberia dizer se era apenas pedaços do ISON ou se alguma fração do seu núcleo tinha resistido.

O astrônomo Philip Plait, mais tarde, através uma teleconferência da Nasa, noticiou que o cometa C/2012 S1, sucumbiu a aproximação com o Sol, e se desintegrou.

Em 3 de dezembro de 2013, a Nasa declarou oficialmente que o cometa C/2012 S1, não resistiu e se desfez, ou seja morreu.


                                   Crédito de imagem: ESA/NASA/SOHO/Jhelioviewer
Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://www1.folha.uol.com.br
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

terça-feira, 15 de setembro de 2015

As três Marias...

São três estrelas que formam o Cinturão de Orion. O nome Três Marias, como são conhecidas assim, na verdade é um asterismo de estrela (Asterismo, um padrão reconhecível de estrelas no céu noturno da Terra).

Seus nomes são Mintaka, Alnilam e Alnitak, e vem de origem Árabe.

Alnitak: Zeta Orionis, 50 Ori, fica aproximadamente 736 anos-luz da Terra. É a mais fraca das três estrela.

Alnilam: Epsilon Orionis, 46 Ori, fica aproximadamente 1.340 anos-luz de distância da Terra. Ela é a estrela central e também a mais brilhante das estrelas do Cinturão de Órion.

Mintaka: Delta Orionis, 34 Ori, fica aproximadamente 690 anos-luz de distância da Terra. É a estrela mais ocidental no cinturão de Órion.

As Três Marias, são três estrelas super gigantes azuis, e são mais quentes e muito mais massivas que o Sol, o nosso astro rei.

Fonte:
http://cienciaetecnologias.com
https://pt.wikipedia.org
http://apod.nasa.gov

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Marte, um planeta cheio de interrogações...

O robô Curiosity da Nasa que está em Marte, registrou uma imagem na superfície do planeta vermelho, no mínimo curiosa, tudo dá a entender que se trata de um objeto alienígena, segundo o canal do YouTube Paranormal Crucible.

No vídeo deste canal, eles explicam que as imagens que a Nasa divulga há filtro, então passaram essas imagens por um processo de luz, colorização e sombra, onde espantosamente, vendo dessa forma realmente, lembra muito uma nave espacial extraterrestre, ou o que restou dela.

No vídeo:

"Isto, obviamente, indica que a estrutura é o produto de design inteligente., e não um  resultado de desgaste natural ..."

Confira no vídeo, e tire suas conclusões.

Fonte:
Canal de YouTube Paranormal Crucible

domingo, 13 de setembro de 2015

Homo Naledi, até o momento é o mais antigo primata conhecido...

Em 10 de setembro de 2015, Universidade Witwatersrand (Wits University), National Geographic Society e South African Department of Science and Technology/ National Research Foundation (DST/NRF), anunciaram o achado de um novo integrante da árvore geológica humana; seria um "quase humano", que está sendo denominado de Homo Naledi, isso porque aponta para a evolução humana.


Homo significa que é o mesmo gênero ao qual pertencem os humanos modernos, e Naledi que significa "estrela" na língua Sotho do Sul, da África do Sul.

A nova espécie foi descoberta em uma caverna Rising Star (estrela ascendente ), 50 km (30 milhas) a noroeste da cidade de Joanesburgo, na África do Sul, onde encontraram um esqueleto de Homo Naledi e 1.550 elementos fósseis, essa foi a maior descoberta de ossadas de primatas feita na África. até o presente momento.

O professor e pesquisador no Instituto de Estudos Evolutivos da Universidade de Witwatersrand e explorador residente de National Geographic, que liderou as duas expedições Lee Berger, falou: "Com quase todos os ossos do corpo representado várias vezes, Homo Naledi, é praticamente o membro fóssil mais conhecido de nossa linhagem".

"Este é um achado tremendamente significativo", comentou Terry Garcia, diretor de ciência e exploração da National Geographic Society, e continuou..."quando National Geographic recebeu um telefonema de Lee Berger relatando a descoberta inicial dos fósseis, nós imediatamente nos comprometemos a apoiar este esforço notável".

A idade dos fósseis ainda não foi descoberta, mas tudo indica que essas espécies, tenham vivido aproximadamente 3 milhões de anos atrás e sejam o primeiro grupo do gênero Homo que caminhou pelo nosso planeta. Eles fariam uma ligação entre primatas bípedes mais primitivos e os seres humanos. Com uma mistura de características modernas e primitivas o Homo Naledi pode fazer os cientistas repensarem a história da evolução humana.

Os fósseis localizados, foram levados para o Instituto de Estudos Evolutivos da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, e lá foram recuperados e também retratados. Até esse momento, 15 esqueletos foram desenterrados.

O primata tinha um cérebro pequeno, cerca de 500 centímetros cúbicos (do tamanho de uma laranja), um corpo magro, media 1,5 metros de altura e pesava 45 quilos em média. Os dentes são iguais aos dos membros mais antigos do gênero, tais como o Homo habilis, assim como a maioria das características do crânio; os ombros, porém, são mais semelhantes aos dos macacos. Os cientistas acreditam que o Homo Naledi andava ereto.

"As mãos sugerem capacidade de uso de ferramentas", falou a antropologista Tracy Kivell da Universidade de Kent, do Reino Unido, que faz parte da equipe e que analisou o aspecto da anatomia do Homo Naledi, ela continuou... "Surpreendentemente, Homo Naledi tem dedos extremamente curvos, mais curvos do que qualquer outra espécie de hominídeo ancestral, o que demonstra claramente habilidades para escalada.

Essa espécie de primata, fez uma coisa que é muito da prática humana, que é enterrar seus mortos, como fizeram nessa caverna subterrânea.

Homo Naledi é uma espécie previamente desconhecida de hominídeo-extinto, ou seja, foi pelas ossadas, que houve uma identificação dessa espécie, desses primatas, porque antes disso, o Homo Naledi, era totalmente desconhecido para a ciência, disseram os pesquisadores

O Berço da Humanidade (Cradle of Humankind) é um sítio arqueológico que abrange uma área de mais de 47.000 hectares na região noroeste da província de Gauteng, a aproximadamente 50 km da região central da cidade de Joanesburgo. Essa área, é o lar de cerca de 40% de fósseis de ancestrais humanos do mundo.

Fonte:
http://elifesciences.org
http://www.gauteng.net
http://www.cbsnews.com
https://translate.google.com.br

Galáxia Girassol...

É o apelido dado para a galáxia NGC 5055, e catalogada como Messier 63 (M63).

História (resumo):

A M63, foi descoberta pelo astrônomo e geógrafo francês Pierre Mechain, em 14 de junho de 1779, amigo e colega do astrônomo francês Charles Messier, que incluiu no seu famoso catálogo, a galáxia foi catalogada como entrada Messier 63.

Foi uma das primeiras galáxias espirais reconhecida pelo astrônomo irlandês William Parsons (construiu o Leviatã de Parsonstown - o maior telescópio do mundo), que incluiu-a como uma das "14 nebulosas espirais" de sua lista, em 1850, tornando esta uma das primeiras galáxias, com tal estrutura identificada.

O astrônomo estadunidense e norte-americano Edwin Hubble, classificou essa galáxia do tipo Sb ou Sc (formadas por um núcleo, um disco, um halo, e braços espirais).

A Galáxia:

É uma galáxia espiral brilhante, ao norte do céu, a Messier 63, está aproximadamente à uma distância de 25 milhões de anos-luz em relação a Terra. e está localizada na pequena constelação de Canes Venatici. 
Seu tamanho é cerca de 100.000 anos-luz de diâmetro; para ser ter uma ideia de tamanho, esse é aproximadamente o tamanho da nossa Via Láctea.

Porque Galáxia Girassol:

Ela é chamada de galáxia girassol, porque o seu centro possui um brilhante amarelado, que aparece muito bem definido. Seus braços espirais azuis são listrados com faixas de poeira cósmica e pontilhados com regiões rosadas, onde é a formação de estrelas. 

Ela é um membro dominante de um conhecido grupo de galáxias; a M63, tem extensões fracas, que podem ser consequência de interações gravitacionais de galáxias próximas. 



Na realidade, a M63, brilha por todo espectro eletromagnético, e é considerado que as explosões são devido as intensas formações de estrelas em andamento.






Fonte:
http://apod.nasa.gov
http://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 12 de setembro de 2015

Vimos...

“Sabemos perfeitamente o que vimos lá fora, mas não podemos contar nada… Mesmo assim, vimos coisas lá fora, coisas estranhas…”           (John Glenn, ex-astronauta da Nasa)


Brasília vista da Estação Espacial Internacional...

A cidade de Brasília foi capturada em uma imagem pela tripulação da expedição 26, na Estação Espacial Internacional, em 8 de janeiro de 2011.


Descrição:

A cidade capital do Brasil é inconfundível da órbita. Brasília está localizado em um platô, o Planalto Central na parte centro-oeste do país, e é amplamente considerado um dos melhores exemplos de planejamento urbano do século 20 no mundo. Uma de suas funções, como design mais distintivo visto de cima, sugere um pássaro, borboleta, ou avião viajando ao longo de uma direção noroeste-sudeste, e é feito de forma dramática visível por padrões de luz da cidade (centro da imagem à direita, entre o Lago Paranoá e do aeroporto) .


Expedição 26:

Foi a 26ª expedição humana de longa duração na Estação Espacial Internacional, realizada entre 26 de novembro de 2010 e 10 de março de 2011. Contou com seis astronautas, três russos, dois norte-americanos e um italiano.

Tripulação:
Scott Kelly comandante
Alexander Kaleri engenheiro de voo 1
Oleg Skripochka engenheiro de voo 2
Dmitri Kondratyev engenheiro de voo 3
Catherine Coleman engenheiro de voo 4
Paolo Nespoli engenheiro de voo 5

Fonte:
http://earthobservatory.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org

Três tripulantes da Estação Espacial Internacional, voltaram para casa...

Na sexta feira, dia 11 de setembro de 2015, três tripulantes da Estação Espacial Internacional (EEI), deixaram a Estação a bordo de uma nave Soyuz. Chegaram na Terra no dia 12 de setembro, às 2:51h (00:51h GMT) no cazaquistão, onde deram um final as suas missões, a bordo da EEI. Os três tripulantes são Andreas Mogensen, Aidyn Aimbetov e Gennady Padalka.


O cosmonauta da expedição 44, o comandante Gennady Padalka da Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos), terminou uma missão de 168 dias no espaço. Ele chegou à Estação Espacial Internacional em 27 de março de 2014, para uma missão de um ano, juntamente com o astronauta Scott Kelly da Nasa e o cosmonauta Mikhail Kornienko.

O astronauta Andreas Mogensen se tornou o primeiro astronauta da Dinamarca, quando ele deixou a Terra, em 2 de setembro em sua missão de 10 dias no espaço. ESA usou a missão para testar novas tecnologias e realizar uma série de experimentos científicos.

O cosmonauta Aidyn Aimbetov, ele é o terceiro cosmonauta nascido no Casaquistão desde a independência deste país com o fim da União Soviética em 1991 e o primeiro a voar para o espaço sob esta bandeira (Cazaque), ele também deixou a Terra, em 20 de setembro de 2015, também para uma missão de 10 dias.

Os tripulantes Mogensen e Aimbetov, a bordo de uma nave Soyuz, fizeram 160 órbitas da Terra e viajaram para a EEI, por um período de 10 dia. Com eles também foi o cosmonauta russo Sergey Volkov, que só voltará à Terra, no mês de março de 2016.

Durante este breve período de 10 dias, que estiveram a bordo da EEI, Mogensen e Aimbetov, participaram de uma série de experimentos em nome de suas respectivas agências espaciais, concentrando-se nas áreas da investigação humana, observação da Terra e desenvolvimento de tecnologia.

Permaneceram na Estação Espacial Internacional, no laboratório orbital para dar continuidade as pesquisas importantes e manutenção da Estação durante a Expedição 45, os tripulantes, Kelly, Kornienko, Volkov, Kjell Lindgren da Nasa, Oleg Kononenko da Roscosmos, e Kimiya Yui da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão.

Fonte:
https://blogs.nasa.gov
http://www.esa.int
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

A nova nave espacial tripulada da Nasa - A CST-100 Starliner...

A Nasa, em parceria com a Boeing, projetaram uma nave espacial para poder transportar seus astronautas até a Estação Espacial Internacional.

No dia 04 de setembro de 2015, a Nasa anunciou a construção da nave espacial tripulada, chamada de CST-100 Starliner.

A CST-100 Starliner, no seu projeto tem como ponto central, voo automático, operação confiável e voos frequentes para o transporte dos astronautas da Nasa para a Estação Espacial Internacional, assim como, voos de passeios privados na órbita baixa do nosso planeta.

Contrato:
A Boeing e a SpaceX, terão que fazer uma missão teste não tripulada pela órbita, posteriormente uma segunda missão teste, com os astronautas, onde será verificado se responde a capacidade e necessidades da tripulação, depois de todos os testes concluídos, só então a nave espacial será aprovada para missões espaciais.

Local da construção e teste:

A CST-100 será construída para o lançamento na Instalação de Processamento de Tripulação e Carga Comerciais, ou C3PF, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA). Esse local, foi usado por 20 anos pela Agência Espacial Americana, como hangar e procedimentos e testes dos principais motores do ônibus espacial.
O Centro Espacial Kennedy está em reforma, mas deverá ser concluído até o mês de dezembro de 2015.
Teste de abortamento

A nave espacial será submetida a testes contínuos, e terminando os teste com o abortamento, previsto a ser realizado em 2017, que será através dele a prova final para o projeto, Assim a Boeing e a Nasa, no Programa Tripulação Comercial poderão trabalhar juntas para desenvolver, solidificar e realizar suas missões.

Para a Nasa:

A missão principal para Starliner da Boeing, da nave espacial SpaceX (CrewDragão) e sua equipe técnica, é a re-estabelecer uma capacidade de lançamento americano para que os astronautas possam chegar à Estação Espacial Internacional, e fazer mais uso do seu ambiente de pesquisa. As pesquisas e seus experimentos, são realizados todos os dias em órbita, que irá melhorar a vida na Terra e encontrar respostas para os desafios da exploração do espaço profundo, por isso os astronautas podem empreender uma viagem bem sucedida a Marte no futuro.

A Nasa espera, aumentar o número de astronautas para sete, que hoje em dia são seis, nas pesquisas realizadas na Estação Espacial Internacional, e consequentemente, será possível dobrar para 80 horas semanais o tempo disponível dos astronautas para pesquisas.

O lançamento:

A Starliner, terá o seu lançamento no Cabo Canaveral, no complexo 41, será lançada por um foguete Atlas V. A torre de acesso para a tripulação e a estrutura para equipes de suporte em terra, já estão sendo construídos com alguns quilômetros (algumas milhas) de distância do local de lançamento, porém, só posteriormente aos testes e assim aprovados com todas as exigências, o lançamento poderá acontecer.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br
https://www.youtube.com

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Cratera de Ceres e seus pontos mais brilhantes...

Com as novas imagens registradas pela sonda Dawn da Nasa, mostra imagens capturadas com uma resolução três vezes mais superior do que as imagens registradas em junho, e dez vezes melhor do que às registradas nos meses de abril e maio, quando a sonda Dawn orbitou pela primeira vez Ceres.

Com uma altitude de aproximadamente 1.470 km (915 milhas), cientistas puderam observar mais de perto e com uma melhor visão, uma forma mais definida da superfície do planeta anão, mais precisamente a cratera Occator, pois no chão do centro dessa cratera, os pontos brilhantes estão mais acentuados, ou seja, mais brilhantes do que toda superfície de Ceres.

"Dawn transformou o que era tão recentemente alguns pontos brilhantes em uma paisagem complexa e bonita, brilhante" falou, Marc Rayman, engenheiro-chefe e diretor da Missão Dawn, da Nasa.

Os cientistas estão intrigados com isso, então pegaram duas imagens diferentes em uma única formação de vários elementos, assim uma tendo uma exposição mais apropriada dos pontos brilhantes, e a outra da superfície que está ao redor. Com isso a equipe de cientistas da Missão Dawn, esperam saber sobre esses misteriosos pontos brilhantes.

"Logo, a análise científica vai revelar a natureza geológica e química desse cenário extraterrestre misterioso e hipnotizante", acrescentou o engenheiro-chefe, Marc Rayman.

Completando dois ciclos de 11 dias de mapeamento da superfície de Ceres, a sonda Daw, entrou no seu terceiro ciclo, e cada ciclo requer 14 órbitas, e no decorrer dos próximos dois meses, o planeta anão inteiro irá ser mapeado seis vezes. Sendo assim, os cientistas poderão produzir em 3D, mapas da superfície desse intrigante planeta anão.


A sonda Dawn é a primeira missão que orbita um planeta anão, e também é a primeira a orbitar dois objetos diferentes do Sistema Solar. Ela orbitou protoplaneta Vesta por 14 meses em 2011 e 2012, e chegou a Ceres em 6 de março de 2015. 

*Ver no Blog ZM.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Imagens revelam as complexidades de Plutão...

A New Horizons da Nasa, registrou novas imagens de Plutão, e surpreendeu os cientistas, devido a complexa superfície e as variedades de características de seu relevo.

"Plutão está nos mostrando uma diversidade de formas de relevo e complexidade dos processos de um rival ou qualquer coisa que já vimos no sistema solar", disse, Alan Stern, investigador principal da Missão New Horizons.

As imagens de alta resolução que chegam, mostram que podem haver dunas, fluxos de gelo de nitrogênio que possivelmente, escorreu de regiões montanhosas em planícies, e até mesmo redes de vales que podem ter sido esculpidos por material que flui sobre a superfície do planeta.

Podendo também ser visto, grandes regiões que mostram desordenadamente montanhas com formas confusas.

"A superfície de Plutão é tão complexa como a de Marte", falou Jeff Moore, líder da New Horizons Geologia, Geofísica e imagem (GGI), e continuou, "as montanhas misturadas de forma aleatória pode ser enormes blocos de gelo duro água flutuando dentro de um vasto, mais denso, mais suave depósito de nitrogênio congelado dentro da região informalmente chamado Sputnik Planum".

O lado mais antigo, cheio de crateras, e o lado mais jovem, também observado por New Horizons, são a maioria gelado e sem crateras, pode haver um campo de dunas, feitas por rajadas de ventos ou outros acasos.

Outras imagens que chegaram nesses últimos dias, mostram que a neblina atmosférica global de Plutão tem muitos mais camadas do que os cientistas acreditavam,  e que a neblina na verdade, cria um efeito crepúsculo que ilumina suavemente terreno noturno perto do Sol, tornando-os visíveis para as câmeras a bordo New Horizons.

A sonda New Horizons está agora aproximadamente 5 bilhões de quilômetros (mais de 3 bilhões de milhas), do nosso planeta, e cerca de 69 milhões de quilômetros (mais de 43 milhões de milhas), depois de Plutão.

A nave espacial não tripulada, está bem e todos os sistemas estão funcionando normalmente.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Imagem rara de três furacões e uma depressão tropical...

No início desta semana, três furacões (Kilo, Jimena, e Ignacio) e  uma depressão tropical (Quatorze E), fizeram história, pois foi a primeira vez que quatro tempestades passaram simultaneamente pelo o Oceano Pacífico Central e Oriental, foram classificados os três furacões, na categoria 4 da escala Saffir-Simpson. 

De  acordo com o Centro de Furacões do Pacífico Central:

- Furacão Kilo, tinha ventos máximos de aproximadamente de 215 quilômetros (135 milhas) por hora.

- Furacão Ignacio, tinha ventos máximos de aproximadamente de 220 ​​quilômetros (140 milhas) por hora.

- Furacão Jimena, tinha ventos máximos de aproximadamente de 210 quilômetros (130 milhas) por hora.

Todas estas tempestades são ciclones tropicais em vários estágios de maturidade. Estas tempestades na atualidades, não causam ameaças à Terra


O Geostationary Operational Satellite 15 Ambiental (GOES-15), foi quem capturou essa imagem, no dia 02 de setembro de 2015, às 15:00 horário universal.


*Ler no Blog ZM., a respeito de Furacão, ciclone e o tufão, 

Fonte:
http://earthobservatory.nasa.gov

Material de plasma...

Um limitado e confuso material de massa de plasma, rodopiava várias vezes, num período de 40 horas acima da superfície solar, nos dias 01 a 3 de setembro de 2015.

O material era distendido e empurrado para trás e para frente, por forças magnéticas poderosas, mas não era despedaço por esses movimentos; sendo registrados pelo Solar Dynamics Observatory (SDO), que é uma sonda não tripulada da Nasa, que estuda processos do Sol, que podem ou não afetar diretamente a vida na Terra.

Os fragmentos de ferro ionizados observados neste comprimento de onda ultravioleta da luz enaltecida, estava com a temperatura de aproximadamente 2,8 milhões de graus Celsius (ou 5 milhões de graus Fahrenheit).

O Solar Dynamics Observatory, capta imagens em variados comprimentos de onda, cada um dos quais representa diferentes temperaturas de material, e cada uma das quais se destaca diferentes acontecimentos no Sol. 

Cada comprimento de onda é tipicamente colorizado em uma cor pré-definida. Comprimentos de onda de 335 Angstroms (unidade de medida geralmente utilizada na física para lidar com grandeza da ordem do átomo ou dos espaçamentos entre dois planos cristalinos), estão colorida em azul, como são representados nesta imagem.

Fonte:
http://sdo.gsfc.nasa.gov
http://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Boa noite de um astronauta...

No sábado passado, dia 05 de setembro, o astronauta americano Scott Kelly, que está a bordo da Estação Espacial Internacional, antes de ir dormir escreveu no seu Twitter:

#goodnight #Earth! Make me proud and I'll try and do the same. #YearInSpace, (em inglês).

# Boa noite # Terra! Faça-me orgulhoso e eu vou tentar fazer o mesmo. # Anonoespaço, (em português).

Scott Kelly, está em missão a bordo da Estação Espacial Internacional, há 1 ano, e viajando pelo mundo aproximadamente 403 km (250 milhas) a cima da Terra, à uma velocidade aproximada de 8 metros/segundo (17,500 mph), diariamente ele dá volta no globo terrestre, mais de uma dúzia de vezes.

                                                                           Crédito / Imagem/ Nasa.
Fonte: 
http://earthobservatory.nasa.gov
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Seu nome pode ir para Marte...

Quer enviar o seu nome para Marte no próximo lander InSight? Último dia para se inscrever é terça-feira. Obtenha seu cartão de embarque.
Acesse esse link:  http://go.nasa.gov/1JNnfBR


A tonalidade da Terra...

No mês de julho de 2015, a uma distância de 35.790 km do nosso planeta, o satélite meteorológico japonês Himawari-8 registrou em imagens, a verdadeira tonalidade da Terra, antes de melhorias nas imagens e também sem o emprego de filtros.

Quando se diz a "verdadeira cor", é também uma expressão equivocada, pois o satélite, "não reflete com precisão como o mundo seria ao olho humano" (sublinhado no Daily Mail).

A maiorias da imagens que vemos da Terra, sempre há correções e filtros, para se aproximar como os humanos enxergam.

As imagens que foram divulgadas do satélite japonês, foram registradas em várias bandas e demonstra a aparência natural da Terra desde o espaço.

Fonte:
http://www.dailymail.co.uk
https://translate.google.com.br

A Nebulosa Boomerang...

Ela é o objeto mais frio já visto no Universo, e encontra-se na constelação de Centaurus (constelação do hemisfério celestial sul), e está aproximadamente 5.000 anos-luz de distância da Terra.

A Nebulosa Boomerang possui uma característica incomum, com temperatura de -272ºC (1K), tem apenas 1,15 graus mais quente do chamado zero absoluto. É o único frio que se conhece, é mais frio que a temperatura da radiação cósmica de fundo.

Segundo os astrônomos Observatório ALMA, no Chile, a Nebulosa Boomerang, imagens registradas, mostram que seu formato é alongado, e lembra um desenho de um fantasma.
O gás arrefecido flui para um ambiente longe da estrela anã branca, fazendo que a nuvem de gás e poeira desta estrela ficam se expandindo e esfriando velozmente, em uma comparação, é um processo que ocorre de maneira similar a de um frigoríficos, onde o gás é expandido para produzir temperaturas frias.

Ela é uma nebulosa pré-planetária, na qual a estrela central ainda não está quente o suficiente para emitir radiação ultravioleta para produzir o brilho característico.

“Este objeto ultra-frio é extremamente intrigante e estamos aprendendo muito mais sobre sua verdadeira natureza usando o ALMA. O que parecia um lobo ou uma estrutura de boomerang, visualizado a partir de telescópios, mostrou-se uma estrutura muito mais ampla que está se expandindo rapidamente para o espaço”, falou o especialista, Raghvendra Sahai, do Jet Propulsion Laboratory, da Nasa.

A primeira vez que esta nebulosa foi obsevada, foi em 1980, pelos cientistas Keith Taylor e Mike Scarrot, através do Telescópio Anglo-Australiano, e deram o nome de Nebulosa Boomerang, devido sua forma curvada.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://www.astropt.org
http://www.msn.com